A abertura cristalina do guitarrista brasileiro Fabiano do Nascimento é a pílula fria de que você precisa hoje

Em 2015, Tom Schnabel compartilhou a música de um extraordinário violonista que o ouviu tocar um violão de sete cordas. O violão se tornou popular no Brasil e inclui uma corda-baixo adicional. O violão em questão foi tocado por Fabiano do Nascimento, natural do Rio de Janeiro. Agora radicado em Los Angeles, um continente longe de sua terra natal, Nascimento tem um profundo amor pelos ritmos brasileiros e presta homenagem a seus mentores. Se você está procurando acalmar sua mente e espírito, deixe esta sessão íntima tomar conta de você.

Sua música é linda e transcendente e, neste momento e lugar, um bálsamo. obrigado por compartilhar a nova música, “Meditação”. Isso é algo que você escreveu durante a quarentena?

Obrigado por suas amáveis ​​palavras, isso significa muito para mim.

Meditação foi algo que escrevi no início do ano passado, quando me fizeram e me deram meu violão de 10 cordas. Eu estava explorando diferentes maneiras de afinar e configurar, muito inspirado em como Egberto Gismonti configurava seu violão de 10 cordas. Mas estou apenas tentando encontrar meu caminho em torno do instrumento em si. Ainda é muito novo para mim, então essa foi uma das primeiras coisas que comecei a tocar, foi como uma meditação, também fará parte do meu novo álbum solo que sairá em breve com a Now Again Records.

Você nasceu no Brasil, mas reside em Los Angeles. Você voltou ultimamente? Se sim, o que o atrai de volta para casa?

A última vez que estive no Brasil foi de janeiro a fevereiro de 2018. Definitivamente, foi o período mais longo que estive fora. Desde que me mudei para Los Angeles em 2002, costumava voltar uma vez por ano. Às vezes, duas ou três vezes por ano.

Cada vez que vou, sinto que isso me revigora espiritualmente. É sempre bom voltar e estar nessa rica cultura musical com amigos e família.

Além disso, adoro explorar as áreas naturais do Brasil. Na verdade, passei a maior parte do tempo lá fazendo isso. Quase me sinto um pouco culpada porque não passaria tanto tempo com minha família e amigos.

Qual foi a primeira música que você aprendeu no violão?

Ainda me lembro da minha primeira peça de violão que aprendi completamente foi “Moonlight Sonata” (Beethoven) de uma tablatura que eu tinha encontrado quando tinha cerca de 11 anos. Era a peça favorita da minha avó e eu a aprendi para tocar para ela.

Conte-nos sobre seu novo álbum Prelúdio.” É seguro dizer que é uma homenagem a alguns de seus artistas brasileiros preferidos: Baden Powell, Hermeto Pascoal, Francisco Tenório Júnior e Rosinha de Valença. É o seu terceiro álbum, mas é a primeira vez que apresenta composições próprias. Como você deu esse salto?

Sim, “Prelúdio” é definitivamente uma homenagem a alguns dos meus heróis. Para sempre. Tantos que não consigo listá-los. Mas assim é, com as belas experiências e lugares que visitei através da música.

Eu amo compor e “Prelude” veio naturalmente assim. Cada música foi praticamente feita e gravada em uma guitarra diferente com afinações diferentes. Faz um tempo que eu tinha umas 10 guitarras diferentes em casa! Totalmente nerd. Alguns deles foram dados a mim por diferentes luthiers para eu experimentar. Eu coloquei todas elas em afinações ligeiramente diferentes e tentei criar a partir do som único que cada uma produziu.

– Escrito por Ariana Morgenstern e Anne Litt

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