A estrela turca do vôlei feminino Özsoy deixa sua marca no Brasil

No esporte profissional, o talento não é nada sem disciplina, confiança e, principalmente, determinação. Muitos atletas talentosos se perderam por falta de planejamento no início da jornada, ou simplesmente por falta de orientação.

Depois há aqueles que se conhecem bem, sabem o que podem e não podem fazer e estão sempre à procura do caminho a seguir. O jogador de vôlei turco Neriman Özsoy é um desses nomes.

Com 20 e poucos anos, ele seguiu um bom treinador e pegou a estrada para a Rússia. Quando ela foi convidada a retornar à Turquia após uma temporada, ela continuou sua carreira de jogadora sem perder o ritmo.

Na última década, Özsoy seguiu sua carreira no vôlei em seis países diferentes, antes de vir para o Brasil, um país apaixonado por esportes. Ela já conquistou dois troféus com o Minas feminino de alto nível e foi eleita a atacante da temporada.

Questionado sobre a temporada dos sonhos com o Minas, Özsoy, de 33 anos, disse que o mais especial dos campeonatos é como eles se recuperaram de um início difícil e alcançaram seus objetivos sem perder a fé.

“Alguns de nossos jogadores importantes se machucaram durante as partes mais difíceis da temporada. A equipe também lutou contra o COVID-19. Como resultado, pegamos o ritmo e chegamos um pouco atrasados ​​como equipe.”

“Mas éramos um grupo experiente que sabia ganhar. Recebi mensagens de ódio quando perdemos. Houve quem deixou de confiar em mim, quem mentiu para os meus sonhos. Eu silenciei todos eles com minha performance. Acho que ensinei aquelas pessoas a amar, a ter paciência e a pedir desculpas. Eles também fizeram parte desses sucessos”, disse.

Olhando para trás em sua carreira que abrangeu seis países, Özsoy disse que estava grata por ter trabalhado com alguém como Nikolay Karpol, um dos nomes mais conhecidos do vôlei, em uma idade jovem.

“Cada frase que ele dizia trazia uma mensagem para o time, uma grande lição em cada história que ele contava. Não poderia haver um lugar melhor para aprender a disciplina esportiva.”

“Devido à regra dos 22 anos, tive que voltar para a Turquia na mesma temporada em que saí. Naquele dia, decidi ter uma carreira internacional. Infelizmente, as oportunidades de hoje não estavam disponíveis naquela época.”

“Embora esteja muito feliz com onde estou agora, acho que irei para um novo país. Meu novo clube anunciará isso no momento mais apropriado”, afirmou.

Falando sobre sua ausência da seleção apesar de ser a melhor atacante do campeonato brasileiro, Özsoy disse: “No ano passado fui aposentada com uma placa de agradecimento após o Mundial de Clubes. Acho que cumpri meu dever com sucesso. Só o treinador pode dizer quem é convocado e quem não é”.

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