A greve dos trabalhadores da entrega ocorre em várias capitais brasileiras – 01/07/2020

Os emails de solicitação de entrega protestaram em várias cidades do país na quarta-feira (1º). Chamado “Breque dos APPs”, o movimento visa exigir melhores condições de trabalho para e-mails que trabalham em aplicativos como iFood, Rappi, Uber Eats e Loggi.

Muitos trabalhadores da categoria, que cresceram durante a pandemia de Covid-19, pararam de realizar atividades e realizaram eventos nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, São Luiz, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador, Teresina e Maceió, assim como em outras cidades populosas, como Campinas. A previsão de alguns líderes é que o movimento chegará a outros países.

Além da greve, os e-mails pedem aos usuários dos serviços de entrega que não pedam nada durante a quarta-feira, em apoio ao movimento. Um “manual” sobre como os usuários podem ajudar o movimento pede às pessoas para cozinhar em casa e postar mensagens nas mídias sociais com as hashtags #BrequeDosAPPs e #ApoioBrequeDosApps.

Saint Paul

Em São Paulo, os eventos começaram no início da manhã, com e-mails passando por lugares importantes da cidade, como Consolação, Marginais Pinheiros e Tietê, Avenida dos Bandeirantes, região do Morumbi e Avenida Paulista, onde um protesto está ocorrendo na frente para o MASP às 14h.

Em Campinas, os manifestantes passaram por Torre do Castelo, no Jardim Chapadão, e tiveram a participação de estudantes e professores da Unicamp. Há também relatos de protestos postais em Ribeirão Preto, Sorocaba, Santo André e Santos.

Veja para onde estão indo os protestos:

  • Saint Paul
  • Campinas, sp)
  • Santo André (SP)
  • Ribeirão Preto (SP)
  • Rio de Janeiro
  • Recife
  • salvador
  • Maceio
  • Força
  • Teresina
  • Brasília
  • Belo Horizonte

Lacuna de aplicações

Parte das parcelas de entrega está realizando um impasse nacional com requisitos para aplicativos como iFood, Rappi, Uber Eats e Loggi, em um novo desafio à chamada “economia de faturas” no Brasil.

A principal reclamação é sobre a precariedade do trabalho, que muitas vezes envolve trabalhar duro e ganhar pouco. A greve ocorre em meio a uma votação na Câmara de São Paulo que pode exigir um sinal vermelho para e-mails que desejam trabalhar em aplicativos. Associações como o Amabr (Associação de controladores de aplicativos e freelancers no Brasil) dizem que a nova lei fornecerá mais segurança aos emails, enquanto críticos dizem que burocratizarão o setor e excluirão os emails. A votação está na ordem do dia da sessão desta semana, após dois adiamentos.

Entre os requisitos estão reajustes da quantidade recebida para entrega, que atualmente varia entre R $ 4,50 e R $ 7,50, dependendo dos fornecedores, reajuste anual do serviço, lista de preços elaborada entre os fornecedores e as aplicações, entrega de EPP, suporte a acidentes e avaliação do programa de pontos realizado por algumas aplicações.

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