A seleção francesa venceu o Red Bull Leipzig por 3-0

O atual elenco do Paris Saint-Germain fez história nesta tarde (18), ao vencer o RB Leipzig por 3 a 0 na semifinal de Liga dos Campeões Europeus, e poder levar a seleção francesa à final da principal competição europeia de uma forma inédita. A anterior melhor campanha da seleção francesa no torneio havia sido nas semifinais da temporada 1994/95, 25 anos atrás, momento em que o PSG foi eliminado por Milão.

Após a qualificação, Kylian Mbappé começou a elogiar o futebol que o Neymar tem tocado. O jogador brasileiro é um dos principais responsáveis ​​pela histórica campanha do time na competição e forte candidato ao prêmio de melhor jogador do mundo.

“Nos damos muito bem dentro e fora de campo. É muito bom jogar como um jogador como o Neymar. Ele não marcou um gol, mas passamos. Se vencermos a Champions League, ele estará em posição de vencer.” [o prêmio de melhor do mundo]. Ele está destinado a este troféu “, disse o avançado francês de 21 anos.

Os gols da partida foram marcados por Marquinhos, aos 13 minutos do primeiro, após um centro de Dí Maria, e o próprio argentino fez o segundo, após uma carta de assistência, por Neymar, 42 minutos para o primeiro estágio; Bernat fez o gol de cabeça aos 11 minutos da fase final.

Agora, o craque brasileiro aguarda o vencedor da outra semifinal entre Lyon e Bayern de Munique, que acontece amanhã (19), às 16h (horário de Brasília), no estádio de Alvalade. A final da Liga dos Campeões será realizada neste domingo (23), também a partir das 16h, no estádio da Luz.

Para o PSG, vencer a Champions League seria a cereja do bolo de uma temporada que teve um amplo domínio do território nacional. A equipa comandada pelo alemão Thomas Tuchel conquistou todos os títulos que disputou na França: o Campeonato Francês, a Taça da Liga Francesa e a Taça da França.

Já para o RB Leipzig, há a frustração de não conseguir a vaga na final, mas como ‘prêmio de consolação’ sua primeira e única participação na fase a eliminar da Liga dos Campeões é uma colocação entre as quatro melhores seleções europeias.

O melhor: Dí Maria volta triunfante

Imagem: David Ramos / Getty Images

O argentino não participou das quartas de final contra o Atalanta, devido a uma lesão no tornozelo. Regressou aos onze titulares e foi decisivo para a vitória do PSG: marcou um golo e deu duas assistências.

Pior: os Gulacs falham duas vezes

O goleiro húngaro falhou dois gols da seleção francesa. Na segunda errou e passou para Ander Herrera, que passou para Neymar e o brasileiro fez passe para Di Maria marcar. No terceiro gol, ele e o zagueiro do RB Leipzig pararam para reclamar de falta sobre Mukiele e só viram Bernat ir em direção ao gol; Gulacsi ainda tocou na bola, mas não evitou o gol espanhol.

PSG abre o placar cedo e joga com facilidade

O PSG conseguiu abrir o placar aos 13 minutos, com Marquinhos na frente. Com o gol brasileiro, a equipe conseguiu girar muito bem a bola e encontrar muitos espaços deixados pela defesa do RB Leipzig.

A seleção francesa dominou a primeira fase e poderia ter entrado no vestiário com uma vantagem ainda maior. O técnico Thomas Tuchel juntou-se a Angel Dí Maria, que se recuperava de uma lesão no tornozelo, e empatou o argentino Mauro Icardi, péssimo na temporada. jogo contra Atalanta, às quartas-feiras.

Assim, o ataque teve Di Maria, Mbappé e Neymar – fundamentais na construção do resultado. O argentino cruzou o gol de Marquinhos e fez o segundo, após uma assistência perfeita, carta, do camisa 10 da Seleção Brasileira.

RB Leipzig muda de formação, mas deixa espaços

O técnico Julen Nagelsmann mudou a formação que havia derrotou o Atlético de Madrid por 2-1, nas quartas de final da competição. Ele optou pelo 4-1-4-1, com Mukiele completando a defesa ao lado de Upamecano.

Porém, o meio-campo da equipe alemã não soube encurtar os espaços e Paredes e Ander Herrera sempre conseguiram encontrar um ótimo passe para a primeira linha do PSG, com grande perigo.

Após 30 minutos de jogo, o jogador de 33 anos decidiu mudar novamente a formação, agora em 4-4-2, com Dani Olmo a ajudar Poulsen a tirar a bola da equipa francesa, mas também sem grande eficácia.

Neymar sofre faltas

O jogador brasileiro não teve uma atuação brilhante, cada vez que pegava a bola era cercado por muitos jogadores e era parado com uma falta. No entanto, ele sabia driblar e encontrar bons passes para seus parceiros de ataque. Em cada partida sofreu sete faltas, esse era o principal objetivo da seleção alemã.

Linha do tempo do jogo

Aos 6 minutos, Mbappé deu um belo passe para Neymar. O atacante brasileiro atingiu o rosto de Gulacsi, finalizou com uma picareta e a bola acertou o alvo. No minuto seguinte, o PSG tirou a bola do RB Leipzig e o goleiro húngaro tentou chutar para longe da defesa, mas acertou a mão de Neymar e Mbappé completou o gol, mas o juiz anulou corretamente a jogada.

Aos 13 minutos, a pressão PSG inicial entrou em vigor. Após cobrança de falta de Dí Maria na lateral esquerda, Marquinhos cabeceou livre no meio da área e abriu o placar. Aos 42, ainda no primeiro tempo, Ander Herrera aproveitou a saída de bola errada da equipe alemã e passou para Neymar dentro da área, o brasileiro deu o primeiro passe e tirou Dí Maria e o argentino não perdoou.

Na segunda etapa, a equipe de Neymar baixou a intensidade e espero que o RB Leipzig lance o ataque. E aos 11 minutos, após mais uma falha da defesa alemã, Dí Maria cruzou para Bernat, que na cobrança de falta finalizou o gol e fechou a conta. Com atuações confiantes de Thiago Silva e Kimpembe, a seleção francesa não sofreu o ataque constante do ataque alto da equipe adversária.

FICHA TÉCNICA

RB LEIPZIG 0 X 3 PSG

Dados: Terça-feira, 18 de agosto de 2020
Calendário: 16h (de Brasília)
Concorrência: Liga dos Campeões (semifinal)
Local: Estádio Luz de Lisboa (POR)
Juiz: Bjorn Kuipers

Cartões amarelos: Laimer, Halstenberg e Poulsen (RBL) e Kimpembe (PSG)

Metas: Marquinhos, com 13 anos no primeiro semestre; Dí Maria, com 42 no primeiro tempo e Bernat, com 11 no segundo tempo.

RB LEIPZIG: Gulacsi; Angelino, Upamecano, Mukiele e Klostermann (Orban); Kampl (Adams), Laimer (Halstenberg) e Nkunku (Forsberg); Sabitzer, Dani Olmo (Schick) e Poulsen . Técnico: Julian Nagelsmann.

PSG: Sergio Rico; Kehrer, Thiago Silva, Kimpembe, Bernat; Marquinhos, Paredes (Draxler), Ander Herrera (Verratti); Di María (Sarabia), Neymar e Mbappé (Poplar-Moting). Técnico: Thomas Tuchel.

You May Also Like

About the Author: Gabriela Cerqueira Corrêa

"Solucionador de problemas do mal. Amante da música. Especialista certificado em cultura pop. Organizador. Guru do álcool. Fanático por café."

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *