Aeroportos brasileiros ampliam testes de reconhecimento facial

Os aeroportos nacionais nas cidades brasileiras de São Paulo e Rio de Janeiro estão promovendo os testes biométricos faciais como parte de uma iniciativa para aumentar a eficiência operacional e de custos do aeroporto com o uso de tecnologia de última geração.

Lançada esta semana para pilotos e comissários de bordo das companhias aéreas Azul, Gol e Latam, a tecnologia visa agilizar os processos de embarque ao eliminar a obrigatoriedade de apresentação de identificação para acessar a sala de embarque e o avião.

Adquirida pelo Ministério da Infraestrutura e pela Secretaria Especial de Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, a nova funcionalidade faz parte do programa Safer Boarding em andamento. A iniciativa já passou por uma série de testes com cerca de 5.000 passageiros nos aeroportos das cidades de Florianópolis, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, além de São Paulo e Rio de Janeiro.

O sistema biométrico facial foi desenvolvido pela empresa de tecnologia estatal Serpro, com a participação de um grupo de interessados, incluindo a Agência de Aviação Civil, companhias aéreas e operadoras de aeroportos. Além disso, um grupo de empresas de TI está envolvido no processo, incluindo Amadeus, Biomtech, Collins, Digicon, Gunnebo, Rockwell Collins, Pacer, SITA, Wolpac, Idemia e Azul / Pacer.

Após um período inicial de duas semanas de experiência no aeroporto nacional de São Paulo, que pode ser prorrogado, o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, também testará a função voltada para pilotos e comissários de bordo. O projeto de biometria facial foi precedido pelo lançamento de uma identificação de tripulação digital.

Em termos de funcionamento real da função, quando os usuários precisam acessar áreas de segurança restritas, os dispositivos coletam dados biométricos faciais do tripulante e validam os parâmetros biométricos com o banco de dados de identificação da tripulação, para confirmar o status do indivíduo como civil tripulação da aviação. membro e a validade da identificação.

Verificada a identificação biométrica, os tripulantes podem acessar a área sem a necessidade de apresentar identificação física, evitando o contato da tripulação com os agentes aeroportuários. Caso o processo falhe, os documentos podem ser verificados manualmente; Segundo o governo, o controle de acesso por meio da biometria facial não isenta a tripulação dos procedimentos de fiscalização de segurança nos aeroportos.

Segundo o governo, as negociações entre o Ministério da Infraestrutura e a Secretaria de Aviação Civil, aeroportos e companhias aéreas estão em estágio avançado para a plena implantação do embarque biométrico nos aeroportos brasileiros em 2022.

Companhias aéreas que operam no Brasil, como a Gol, usam biometria facial para acelerar o embarque no portão desde 2019. Totens de reconhecimento facial comparam a imagem capturada com a foto nos registros de passageiros, com 1.024 pontos faciais sendo analisados ​​em menos de um segundo. com uma precisão de 98 por cento.

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