Amanda Nunes concorda em não ser amada no Brasil: ‘Talvez eles não gostem de mim’

Uma das lutadoras de maior sucesso da história do UFC retorna ao octógono neste sábado para tentar vingar uma derrota recente e recuperar seu status de campeã. Mas tornar-se um ícone amado em seu país natal não é mais uma das preocupações de Amanda Nunes.

Nunes venceu um quem é quem de estrelas do UFC entre 2015 e 2021, mas ainda não é tão amada quanto lendas como José Aldo, Antonio Rodrigo Nogueira e Cris Cyborg, a última dos quais ela nocauteou em 2018.

Acho que é porque eu moro aqui [in the United States]e minha carreira realmente começou aqui no UFC e em grandes promoções como o Strikeforce”, disse Nunes Câmbio francês. “Tive que sair do Brasil, senão já teria parado de lutar. Você sabe como é, os patrocínios e tudo no Brasil.

“Quando surgiu a oportunidade e as portas se abriram para mim, entrei e graças a Deus me tornei quem sou. Pode ser [Brazilians] gosto mais de quem fica no Brasil, não sei. Talvez eles não gostem de mim, realmente, o que posso fazer?

Nunes, que ainda detém o cinturão dos penas, luta contra Julianna Pena pelo cinturão dos galos na luta principal do UFC 277, em Dallas.

Nunes lutou uma vez como campeão no Brasil, liderando o UFC 224 contra Raquel Pennington, após vitórias consecutivas sobre Ronda Rousey e Valentina Shevchenko. A luta foi realizada para 10.696 torcedores, o segundo menor público em oito eventos do UFC na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro.

Entrando em sua sétima luta nos EUA e primeira no Texas, “La Leona” disse que não perde tempo pensando no que poderia ser feito para aumentar seus números.

“Isso nem me passa pela cabeça hoje”, disse Nunes. “Eu juro, isso é algo que eu já esqueci. Meu maior prazer é entrar naquela jaula e fazer meu trabalho. Minha vida é boa, financeiramente falando, e faço o que faço pela minha família, e isso é o que mais importa para mim. [Nina Nunes and I] estamos vivendo um momento tão maravilhoso em nossas vidas agora com [our daughter] Reagan: A vida mudou muito. Muito amor e paz. Ela trouxe tanta felicidade para nós.

“E isso, cara, eu juro, sobre popularidade [in Brazil] — muita gente diz que precisamos ser populares para ter patrocinadores e tudo mais. Não tenho essa popularidade no Brasil, mas sou bem conhecido aqui nos Estados Unidos. Todos os meus patrocinadores são daqui e da Europa. eu tenho uma ótima vida [am] financeiramente estável com meus patrocinadores, e é isso, cara. Nunca tive nenhuma oportunidade com uma empresa brasileira até hoje. Então, para mim, minha vida aqui é melhor.

“As pessoas me dão amor quando vou à minha cidade natal, conversam comigo e tiram fotos minhas. Nós realmente sentimos esse amor. Pode ser [I don’t have that] nas redes sociais, mas quando vou ao Brasil as pessoas me reconhecem. [But] minha vida está aqui Eu ganho dinheiro com tudo que faço aqui. Qualquer coisa. Se eu viajo, se me convidam para ir a algum lugar, sempre me pagam. Se vou a um restaurante ou bar, se apareço numa festa, ninguém me convida para ir a um lugar de graça”.

Nunes ama o Brasil e planeja voar de volta à Bahia para visitar sua família, o que não pode fazer desde o início da pandemia de COVID-19. Mas voltar em tempo integral está fora de questão neste momento.

“Se você perguntar a muitas pessoas se elas querem sair do Brasil, muitas pessoas querem”, disse Nunes. “Cada pessoa tem sua opinião sobre ficar no Brasil ou aqui [in the United States]. Ninguém é menos brasileiro ou algo assim. Amo o país em que nasci, mas todos procuram o melhor para si, onde terão as melhores oportunidades e serão bem pagos”.

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