Amigos de uma estudante picada por cobra no DF gravam vídeos em que provocam uma cobra | Distrito Federal

Nas imagens há um jovem sentado no chão, ao lado da naja, que está solta. Ele passa a mão próximo à cabeça da cobra e também atinge o solo, mais de uma vez, para ver a reação do animal.

Em um segundo vídeo, você pode ver que a cobra está dentro de uma caixa de plástico. Através de um buraco, uma pessoa provoca a cobra, que sai parcialmente.

Em uma terceira gravação, duas pessoas aparecem extraindo veneno de uma cobra, que seria uma jararaca. Um homem segura o animal e outro segura um copo; você pode ver como ele expele o veneno.

Pelo áudio você pode ouvir que o homem chama o jovem Pedro. A seguir pergunta, em tom irônico, enquanto o líquido escorre para o copo: “Tem veneno?”

Cobra cobra no zoológico de Brasília – Foto: TV Globo / Playback

Quem são os acusados ​​e quais são as acusações

  • Pedro Henrique Krambeck: responderá pelos crimes de associação criminosa, venda e criação de animais sem licença, maus-tratos a animais e prática ilegal de medicina veterinária;
  • Rose Meire Lehmkuhl (mãe do aluno): responderá por crimes de associação criminosa, venda e criação de animais sem licença, maus-tratos a animais, fraude processual, corrupção de menores e por obstrução do controle do poder público em matéria ambiental;
  • Eduardo condi (padrasto do aluno): responderá por crimes de associação criminosa, venda e criação de animais sem licença, maus-tratos a animais, fraude processual e corrupção de menores;
  • Gabriel Ribeiro (amigo estudante): responderá por crimes de associação criminosa, venda e criação de animais sem licença, maus-tratos a animais, fraude processual e corrupção de menores.

PARA G1A defesa de Gabriel Ribeiro afirmou que “a denúncia repete os mesmos erros do boletim de ocorrência”. Disse ainda que, “perante a absoluta falta de provas em relação a alguns crimes, continua a confiar na inocência de Gabriel”. O relatório não conseguiu entrar em contato com a defesa dos demais réus.

Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, 22, foi picado por uma cobra naja, na Cidade do México – Foto: Arquivo pessoal

Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, 22, foi picado por uma cobra no dia 7 de julho. A cobra é uma das mais venenosas do mundo e não havia soro antiofídico no Distrito Federal.

O hospital privado para o qual o aluno foi transferido teve que solicitar o antídoto para o Instituto Butantan, em São Paulo – único lugar que tinha soro no país, para pesquisas. Pedro entrou em coma e corre perigo mortal.

Investigações da Polícia Civil mostram que o jovem criou a cobra ilegalmente em sua casa e que tinha pelo menos 18 cobras. Segundo a corporação, a mãe e o padrasto de Pedro sabiam da criação ilegal de animais.

Após o incidente com a cobra, a Polícia Capital intensificou as investigações sobre a criação ilegal de espécies exóticas na Cidade do México. A empresa chegou a dizer que o caso revelou um esquema de tráfico de animais com prováveis ​​ramificações internacionais.

Pedro Henrique Krambeck e Gabriel Ribeiro, seu amigo, foram presos. No entanto, eles foram liberados e respondem ao processo em liberdade.

COBRA NAJA ENCONTRADA NO DF

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