Análise: o curioso caso da sólida campanha da Ponte Preta que convive com incertezas | Ponte Negra

Vamos falar sobre Caso curiosoPonte Negra na Série B. A equipe é a terceiro lugar, com três vitórias nos últimos quatro jogos de invencibilidade, tenha o melhor ataque da competição e é um ponto de liderança, ainda ele flertou com um início de turbulência no meio de uma campanha sólida.

A eliminação na Copa do Brasil pelo América-MG, acompanhada de situações que levantaram questionamentos sobre o meio ambiente no vestiário criou pressão desproporcional para a partida contra o Confiança-SE. A o dano poderia ser grande se a vitória não acontecesse. E ela foi expulsa turno, de 2 para 1.

Portanto, O livre perfeito de Bruno Rodrigues valeu (muito) mais do que os três pontos. Pela declaração do próprio Bruno após a partida, falando em “restaurar a tranquilidade”, e também pela explosão de João Brigatti na entrevista coletiva, dizendo que “tentaram criar situações de elenco rachado”, é claro o quanto de vitória também representa fora das quatro linhas.

Enfrentando um oponente desfigurado por peculato, incluindo oito casos Covid-19, o Ponte sofreu mais do que o torcedor esperava fazer os deveres. Com cinco mudanças entre manchetesquatro por opção: Luizão, Ernandes, Dawhan e Luan Dias, além da entrada de Neto Moura para substituir o suspenso Luis Oyama), Macaca saiu com uma proposta interessante, aproximando-se dos jogadores pela frente para tentar perfurar o Bloco de confiança.

A Apodi teve participação direta no primeiro gol – Foto: Álvaro Jr / PontePress

Mas faltou agressão. Agressão que também faltou no placar no início do segundo tempo, quando o sistema defensivo ficou parado assistindo ao toque de bola de Confiança até o gol de Ítalo. A equipa sentiu inicialmente o golpe e esteve perto de marcar o segundo golo. O relógio passou 20 minutos quando João Brigatti chamou Moses e Osman.

O primeiro substituiria Bruno Rodrigues, mas o treinador mudou de ideia quando o atacante, após o primeiro passe de Neto Moura para quebrar as linhas, encontrou Apodi livre na área. O centro terminou com desvio de Luan e empate de Macaca (Osman acabou por substituir Luan Dias).

O mesmo Bruno Rodrigues que ia saindo foi o responsável pela cobrança de falta que pegou uma nuvem de Majestoso que poderia causar uma forte tempestade. O resultado foi fundamental, mas a atuação não convenceu nem enganou ninguém.

Gol da Ponte Preta! Bruno Rodrigues faz um chute perfeito de ângulo, no dia 29 do 2º tempo

Apesar do louvável poder de reação (foi a terceira volta em seis vitórias na Série B), ponte jnão entregará mais como antes. Ao invés de futebol coletivo que implica o início da competição, agora o time tem dependendo das individualidades de um elenco qualificado.

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Mantido nas proporções certas, pode ser algo parecido com o que acontece com o Palmeiras de Vanderlei Luxemburgo, o único brasileiro invicto, mas que vive com críticas pelo nível de desempenho considerado abaixo do potencial da equipe. E a crítica é dirigida àqueles que têm potencial para fazer mais e melhor.

Bruno Rodrigues evitou “estragos” na Ponte – Foto: Álvaro Jr / PontePress

É inegável que Até agora, a Ponte cumpre o objetivo de estar na vanguarda. Também é indiscutível que Seria utópico exigir regularidade em um ambiente totalmente atípico de um campeonato disputado no meio de uma pandemia, com jogos após jogos.

Assim como é evidente que a caminhada até o acesso terá obstáculos dos mais diversos tipos. Que a própria ponte não é um deles.

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About the Author: Adriana Costa Esteves

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