Anita Novinsky, uma das principais acadêmicas judias brasileiras, morre aos 98 anos | JTA

RIO DE JANEIRO (JTA) – Anita Novinsky, uma importante estudiosa brasileira sobre a Inquisição portuguesa e a história da presença judaica no Brasil, faleceu em São Paulo na terça-feira. Ela tinha 98 anos.

Autora de vários livros, fundou e foi presidente do Museu da Tolerância da Universidade de São Paulo, onde fez o doutorado. na história social.

“O professor Novinsky lançou luz sobre um conhecimento latente e resgatou raízes significativas na história do Brasil, revelando a contribuição judaica desde a chegada das caravelas portuguesas”, ou navios do século 15, disse Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Brasileira de Israel. Organização guarda-chuva judaica. “Se não fosse por ela, grande parte deste universo ainda estaria dormindo. Não só fez pesquisas, mas também orientou obras fundamentais que fazem brilhar a história judaica brasileira ”.

Nascida na Polônia, Anita Waingort Novinsky imigrou para o Brasil com sua família quando tinha 1 ano de idade e posteriormente tornou-se brasileira. Se especializó en el estudio de los cristianos nuevos, también conocidos como conversos o marranos, judíos portugueses y españoles que se convirtieron o fueron obligados a convertirse al cristianismo durante la Edad Media, pero continuaron practicando el judaísmo en secreto y fingieron ser fervientemente católicos mientras estaban em público. . Seus descendentes também são conhecidos como bnei anusim.

Novinsky detalhou aqui “os costumes dos cripto-judeus e o renascimento da consciência judaica 200 anos após o fim da Inquisição”, da Federação Judaica de São Paulo escrevi em uma nota de homenagem.

“Ser judeu é se sentir judeu. Se os marranos querem voltar ao judaísmo, cabe a eles decidir ”, disse Novinsky em um documentário de 2005 intitulado“ A Estrela Oculta do Sertão ”ou“ A Estrela Oculta do Sertão ”, que se baseou em grande parte em suas pesquisas. Eles são criptojudeus da região semi-árida do Sertão, no norte do Brasil.

O escritório brasileiro da B’nai B’rith publicou uma longa nota nas redes sociais sobre a obra do historiador.

“Anita Novinsky mudou a historiografia brasileira”, escreveu a organização. “Ele formou discípulos e deixou um amplo legado que vai além de sua produção acadêmica. Ela amava Israel e tinha orgulho de ser judia em todas as latitudes de seu pensamento. Sempre que teve a oportunidade, Anita desafiou publicamente o perigo do anti-semitismo. “

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