Brasil não vence campeonatos sul-americanos pela primeira vez desde 1966

CAMPEONATO SUL-AMERICANO DE NATAÇÃO 2021

O último dia do Campeonato Sul-americano de Natação de 2021 fez história, com a Argentina entregando ao Brasil a primeira derrota por gol de equipe desde então 1966.

A Argentina terminou com 35 medalhas no total e 439 pontos, 3 medalhas e 19,66 pontos a mais que o vice-campeão Brasil. O Brasil ainda manteve sua seqüência viva no quadro de medalhas: pelo menos de acordo com o tipo tradicional de ouro, prata e bronze, o Brasil liderou a tabela com 10 ouros, contra 8 da Argentina.

Apesar de toda a seleção argentina ser forte, foi a seleção feminina que brilhou, com múltiplas vitórias em mais de uma prova e somando pódios em outras. Ambos Delfina Pignatiello e Julia Sebastian ganhou vários eventos ao longo da semana.

O domínio das mulheres argentinas não é novidade no Campeonato Sul-Americano. Em 2018, as mulheres foram responsáveis ​​por 29 do total de 44 medalhas conquistadas pelo país.

Como dito, o encontro começou com a surpresa de uma argentina na mosca 200. Do México Maria Mata Coco derrotou a atual campeã do evento, Virginia Bardach da Argentina, Maria Mata Coco terminou com o melhor tempo de 2: 12,66 na primeira corrida da noite. O mexicano de 27 anos terminou à frente do campeão livre de 2021 200 Rafaela Raurich (2: 12.66) e campeão de 200 moscas 2018 Virginia Bardach (2: 14,58).

O México (junto com Porto Rico) não participa regularmente desses campeonatos sul-americanos e não foi incluído no placar da equipe, mas teve impacto imediato no evento.

Do lado masculino, o 2º fly foi para o recorde nacional juvenil brasileiro no evento, Gustavo Saldo. Saldo, que se comprometeu a nadar por Louisville no verão passado, mas nunca fez sua lista, terminou com o único tempo de qualificação para as Olimpíadas B em campo com o tempo de 1: 58,76.

Em uma das ocorrências mais estranhas da partida, três homens empataram para o primeiro lugar no estilo livre 50. Lucas Peixoto Martins (Brasil), Alberto Mestre Vivo (Venezuela), e Enzo Martines-Shoes (Uruguai) jogou às 22,44 para dividir o título do evento. O trio foi apenas 0,01 mais rápido do que o tempo que levou para vencer o evento em 2018. Eles também venceram o medalhista de prata de 2018. Guido Buscaglia, que terminou em sétimo em 22,74.

Depois de ganhar 800 grátis no primeiro dia da maneira mais emocionante, Delfina Pignatiello ele defendeu seu título na sessão de 400 treinos livres no último dia. Pignatiello resistiu Rafaela Raurich, que a surpreendeu nos 200 nado livre, ao terminar em 4: 15,00, mais de três segundos mais lento que seu tempo de vitórias em 2018. Ela foi a medalhista de ouro pan-americana de 2019 nos 400, 800 e 1500 nado livre.

Outros campeões do evento

  • Isabella Arcila liderou os treinos livres das 50 mulheres para a Colômbia, terminando com 25,52. O ex-aluno da SMU detém o recorde nacional no evento 25/11.
  • Medalha de bronze mundial júnior de 2019 Murilo Sartori Terminou com o melhor tempo nos 400 treinos livres, com 3: 54,24.
  • A Colômbia fechou a partida com uma vitória no revezamento misto, terminando em 3: 53,08.

Medalhas

PAÍS OURO PRATA BRONZE
Brasil 10 8 14 32
Argentina 8 14 13 35
Colômbia 7 8 1 dezesseis
Equador 5 0 1 6
México dois dois 1 5
Porto Rico dois 1 1 4
O salvador dois 1 0 3
Paraguai dois 0 1 3
Venezuela 1 5 dois 8
Pimenta 1 1 dois 4
Peru 1 0 dois 3

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