Brasil tem interesse em trabalhar com a Índia em veículos flex, diz enviado

O Brasil está disposto a trabalhar com a Índia na introdução de veículos de combustível flexível e compartilhar sua longa experiência no campo, disse André Aranha Correa do Lago, embaixador do Brasil na Índia.

Falando em uma conferência sobre açúcar e etanol organizada pela Associação Indiana de Usinas de Açúcar na quarta-feira, o embaixador disse que no próximo ano será o 20º ano da introdução de veículos flexíveis no Brasil. 92 por cento dos veículos leves atualmente vendidos no país são combustíveis flexíveis, acrescentou.

Os veículos flex fuel ou veículos bicombustíveis são veículos de combustível alternativo com motor de combustão interna projetado para funcionar com mais de um combustível, geralmente gasolina misturada com etanol ou metanol, com ambos os combustíveis armazenados no mesmo tanque comum.

“O etanol tem um impacto notavelmente positivo na redução das emissões de carbono.

Agora temos na Índia um carro de combustível flexível (híbrido) que chegou e passará por testes oficiais pelas autoridades indianas”, disse o embaixador.

Ambos os países também estão trabalhando em uma aliança sobre biocombustíveis e bioenergia.

Hablando en el mismo evento, Plinio Nastari, presidente de la importante empresa brasileña de análisis de negocios DATAGRO, dijo que la adopción de vehículos de combustible flexible será importante para la India, ya que el país es el cuarto mayor usuario de combustible para el transporte no mundo.

Nastari é um especialista mundial na transição para combustíveis alternativos para transporte e sugeriu que a Índia deveria ter uma especificação de etanol de grau único de combustível para misturar etanol em combustíveis veiculares e distribuí-lo como etanol puro.

“A Índia pode aprender com a experiência do Brasil e de outras nações como os Estados Unidos a dar um salto em sua transformação de combustível para transporte. A Índia deve usar padrões E100 (100% etanol, 0% gasolina) para frotas de combustível.” .


Mais mistura de etanol

O Brasil é visto como um parceiro fundamental na meta da Índia de atingir uma mistura de 20% de etanol até 2025. O embaixador disse que a energia continua sendo uma área de foco nas relações bilaterais.

Além de ser o maior produtor mundial de etanol, o Brasil também é o segundo maior produtor de açúcar, sendo a Índia a maior. As terras destinadas ao cultivo de açúcar destinadas à produção de etanol ocupam 0,8% do território brasileiro.

O Brasil completou mais de 40 anos misturando etanol a mais de 20%. “A primeira geração de etanol de cana-de-açúcar é classificada como um biocombustível avançado. Mas também temos que trabalhar na segunda geração”, disse Lago.

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