Centro de Contingência anuncia mudanças no Plano de São Paulo

O Centro de Contingência de Coronavírus promoveu mudanças nas regras do Plano São Paulo, na estratégia de recuperação econômica e na convivência com a nova pandemia de coronavírus no estado. As mudanças foram postadas hoje (9) não Diário Oficial de Estado.

A evolução da pandemia é agora comparada com os dados obtidos nos últimos 28 dias, em comparação com os 28 dias anteriores. Antes, era analisada a evolução da pandemia em sete dias.

Outra mudança foi a ampliação do horário de atendimento presencial de oito para dez horas diárias, já na fase amarela. No entanto, a lotação pública máxima, fixada em 40%, será mantida, exceto nas academias, com limite de 30%.

Nas regiões que já avançaram para a fase verde, o atendimento local pode ser realizado em até 12 horas por dia, com capacidade máxima de 60% para todos os setores liberados.

O Centro de Contingência também alterou o Plano São Paulo: bares, restaurantes e demais estabelecimentos com consumo local de alimentos e bebidas podem funcionar entre 6h e 22h, desde que respeitados os limites. dez expediente na fase amarela e 12 horas na fase verde. Em ambos os casos, os estabelecimentos que funcionam à noite deverão encerrar as suas portas às 22 horas, mas agora poderão autorizar a permanência dos clientes que já estão no local até às 23 horas. Antes, os estabelecimentos eram obrigados a fechar até as 10 da noite.

Outra mudança importante está relacionada às regiões de São Paulo e da capital metropolitana, que antes eram vistas de forma independente. A região metropolitana foi dividida em cinco sub-regiões; e a capital estava isolada. Agora, todas essas sub-regiões e a capital serão vistas como uma única região, chamada de região metropolitana ou Grande São Paulo.

Atividades que geram multidões, como festas, baladas, presença de torcedores em eventos esportivos e grandes espetáculos com público em pé, ainda são proibidas nos 645 municípios paulistas. A liberação desses casos, segundo a Central de Contingência, só deve ocorrer em um eventual avanço para a fase azul ou após a disponibilização da vacina contra o coronavírus.

Mais informações estão disponíveis em Diário Oficial do Estado e não resumo de reclassificação do Plano São Paulo.

Fase verde

A O governo de São Paulo também promoveu outra atualização do plano. Seis regiões que desenvolveram seus indicadores passaram para a fase 4 – verde do plano: Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Piracicaba, Sorocaba e Taubaté. Com isso, 76% da população do estado encontra-se na fase verde, penúltima fase do plano, que se divide em cinco etapas.

As regiões de Araçatuba, Araraquara, Bauru, Franca, Marília, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto São João da Boa Vista e São José do Rio Preto permaneceram no estágio amarelo. A única região que regrediu da fase foi a região de Barretos, que passou da fase 3 – amarelo para a fase 2 – laranja.

O Plano São Paulo é dividido em cinco fases, que vão desde o nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) até as etapas identificadas como controle (laranja), flexibilidade (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). A estratégia também é regionalizada, ou seja, o estado foi dividido em 17 e cada um é classificado em um fase.

Uma nova atualização do plano está agendada para o dia. 16 de novembro. Se alguma das regiões apresentar deterioração em seus indicadores, antes disso essa região passará imediatamente para a fase 1 – vermelha, onde somente poderá manter os serviços considerados essenciais [de logística, saúde, segurança e abastecimento] Funcionamento.

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