Coluna – Game Awards celebra o melhor de 2020

Hoje é o dia de celebrar o mundo dos games com mais um Game Awards, o Oscar dos videogames. A cerimónia de entrega de prémios começou em 2014 e, portanto, ainda é muito recente, mas já está definida no calendário anual do e-sports. Este ano é um pouco diferente: devido à nova pandemia de coronavírus (covid-19), o prêmio não será realizado em uma arena e será entregue virtualmente. A apresentação será conduzida novamente pelo jornalista de games Geoff Keighley, que também está atuando como produtor executivo do evento.

Além do prêmio de melhor jogo do ano, o Game Awards premiará jogos eletrônicos por gênero, como melhor jogo de esporte eletrônico, melhor jogo de ação ou melhor jogo de esporte, bem como categorias como melhor narrativa, melhor jogo de um novo estudo . e melhor inovação em acessibilidade.

Deixando de lado os troféus, o principal motivo que me leva, e muitas pessoas, a conferir a premiação é o anúncio de novos jogos, situação comum desde a primeira edição do evento. Entre um agradecimento e outro, o Game Awards deve revelar 12 jogos inéditos. Felizmente, o prêmio é transmitido ao vivo na conta do evento em Youtube, a partir das 20h30 (horário de Brasília). Não há tradução simultânea, embora alguns portais de imprensa especializados no Brasil ofereçam o serviço.

Abaixo você confere os seis indicados ao troféu de melhor jogo do ano no Game Awards.

Animal Crossing: New Horizons (Switch)

O jogo de “simulação social” é, na minha opinião, o que mais merece ganhar o prémio. É um jogo sem muitos objetivos específicos: a ideia é “brincar de casinha”, interagir com outras personagens, manter e melhorar a sua casa e jardins. Apesar da estética infantil, o jogo atrai todas as idades, tanto que ocupa o primeiro lugar em vários rankings de vendas em 2020.

The Last of Us – Parte II (PS4)

Um dos jogos mais esperados de 2020, o novo jogo Naughy Dog segue um clássico da geração PlayStation 3. O jogo de tiro em terceira pessoa se passa em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis, ou clickers, como são chamados na história. Apesar do tema um tanto batido, o enredo é bastante atraente e emocionante e inova ao colocar uma mulher homossexual como protagonista, além de retratar abertamente personagens transexuais. O jogo também encanta pelo visual, com direito a cenários bem realistas e cheios de detalhes. Ele é o campeão das indicações: 11 no total.

Fantasma de Tsushima (PS4)

O jogo de samurai do estúdio americano Sucker Punch Productions chama a atenção pelas belas paisagens que representam o Japão, mas também apelou para a divertida mecânica de combate. O cenário inspirado nos filmes do cineasta japonês Akira Kurosawa é um convite à exploração em mundo aberto, embora as atividades disponíveis não sejam tão divertidas e tenham atraído críticas de alguns.

Hades (PC, switch)

Um RPG de ação da Supergiant Games, Hades segue um estilo semelhante, desta vez com personagens e história da mitologia grega. É o único jogo da lista dos melhores do ano sem o apoio de um grande produtor e distribuidor por trás dele. Mesmo sem orçamentos milionários, Hades conquistou a estética 2D e a inovação da linguagem narrativa, aperfeiçoando um estilo que apareceu pela primeira vez em Bastion, um jogo lançado em 2011, quando a Supergiant Games ainda era um estúdio independente desconhecido. É vice-líder no ranking de indicações, com nove no total.

Final Fantasy VII Remake (PS4)

O jogo mais aclamado da famosa franquia de videogame RPG voltou depois de 23 anos. Não se trata de uma simples remasterização: o jogo foi refeito do zero, com mudanças na história e até no estilo de combate, que saíram do tradicional confronto por turnos para um combate em tempo real, com elementos de ação e jogos de Função. E embora cubra apenas parte da história original, o jogo ganhou tantos recursos novos que leva quase 40 horas para terminar a história principal – quase o mesmo tempo que o clássico do PlayStation.

Doom Eternal (PC, Xbox One, PS4, Switch)

O quinto jogo da série principal Doom parece oferecer mais do mesmo, à primeira vista. Mas desta vez, houve uma melhora clara acima da média em detalhes como combate, gráficos, trilha sonora e, principalmente, na narrativa do jogo (alguns dizem que é confuso, um problema muito comum em videogames que tentam ir além. além do básico). em sua narrativa). Nove meses após seu lançamento no Xbox One, PS4 e PC, o jogo chegou ao Switch e, apesar de alguns ajustes de aparência aqui e ali, ele conseguiu trazer a experiência completa e perfeita para o portátil da Nintendo.

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About the Author: Gabriela Cerqueira

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