Com novo uniforme, a seleção feminina de futebol arranca na final e vence Equador – Esporte

Estreando um novo uniforme, o Seleção brasileira de futebol feminino Venceu o Equador por 6 a 0 na noite desta sexta-feira, em amistoso disputado no Neo Química Arena, em São Paulo. Foi o primeiro jogo da equipe comandada pelo treinador Pia Sundhage em mais de oito meses, o jejum foi devido à nova pandemia de coronavírus.

A seleção brasileira marcou apenas um gol no primeiro tempo e lutou até os 32 minutos da segunda etapa, quando saiu de campo e marcou cinco gols em apenas dez minutos.

A partida serviu de retomada da seleção nacional, após o longo hiato de competições e datas da FIFA, e também da preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiada para 2021. Brasil e Equador se reúnem novamente na próxima terça-feira, no estádio do Morumbi, novamente em São Paulo, às 21h30. Será o último jogo da seleção feminina este ano.

O amistoso desta sexta-feira marcou a estreia do novo uniforme da seleção feminina, com escudo exclusivo, sem estrelas, alusivo às cinco Copas do Mundo masculino. Segundo nota divulgada pela CBF e pela Nike, a ideia de levar as estrelas é “valorizar as conquistas das mulheres que construíram a rica história da seleção feminina ao longo dos anos e inspirar uma nova geração de atletas”.

Pia Sundhage aproveitou o amistoso desta noite para fazer vários testes com a equipe. O jogo começou com a seguinte escalação: Barbara; Bruna Benites, Erika, Rafaelle, Tamires; Luana, Formiga, Adriana, Andressa Alves; Debinha e Ludmila. A atacante Marta foi convocada, mas acabou interrompida quando ela testou positivo para covid-19.

Ao longo do jogo, o treinador deu oportunidades para Valéria, Duda, Aline Reis, Jucinara, Nicole e Andressinha. Por outro lado, os brasileiros enfrentaram um time comandado por um compatriota. Com temporadas no Santos e na Seleção Brasileira, Emily Lima é a atual treinadora da Seleção Equatoriana. Foi a primeira vez que enfrentou a seleção nacional.

Com a bola rolando, o Brasil dominou o Equador, principalmente no primeiro tempo. A seleção nacional impôs intensidade em todos os momentos, exibiu boa movimentação e praticamente não se colocou à prova na defesa. A goleira Bárbara não funcionou na primeira parte.

No entanto, as redes apenas balançaram uma vez. Isso porque o Brasil teve dificuldade em superar a boa defesa equatoriana, montada por quem conhece muito bem a seleção brasileira. A bola só entrou em 33, em bola parada. Após cobrança de escanteio, a defesa clareou e a bola saiu aos pés de Debinha. Sem marcas, ele teve tempo de endireitar a bola antes de encher o pé e mandá-la para as redes.

Para o segundo tempo, Pia fez várias mudanças na equipe. Havia quatro de cada vez. As mudanças afetaram o ritmo da seleção, sem a mesma intensidade da etapa inicial. Mas o Brasil só precisou chegar ao segundo gol para começar o jogo e marcar cinco gols em apenas dez minutos.

No mais belo gol da partida, aos 32, em uma bela troca de passes entre Formiga e Nicole até o chute certeiro de Debinha. No minuto seguinte, o terceiro gol também ganhou elogios. Tudo começou com um passe de calcanhar de Nicole, levantando na área do Duda, que encontrou Valéria, quase desmarcada na pequena área, para finalizar o gol.

Quatro minutos depois, Andressinha cruzou a área e Rafaelle se juntou às redes. Então, aos 38 anos, Nicole invadiu a área e foi sujada. Debinha aproveitou o pênalti com facilidade e aumentou o placar.

O sexto e último gol veio em 42 minutos. Duda rebateu de fora da área e cobriu o goleiro equatoriano, selando a vitória.

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