Como seria um Rock in Rio 2021 apenas com novas atrações

RIO – A próxima edição do Rock in Rio já tem data marcada: de 24 de setembro a 3 de outubro de 2021, duas semanas após o Lollapalooza, que será realizado em São Paulo entre os dias 10 e 12 de setembro. Tendo em vista que o festival criado por Roberto Medina afirma buscar apresentações exclusivas para esta edição, O GLOBO pensou no line-up de um Rock in Rio apenas com artistas que nunca subiram ao Palco Mundial da Cidade do Rock – mas considerando apenas o original. , no Rio de Janeiro, onde já tínhamos oito edições. Olhar para baixo.

24/09 – sexta-feira

Lady Gaga, no final de agosto, durante cerimônia do MTV Video Music Awards Foto: – / AFP

A primeira noite do festival, dedicada ao pop, poderá ter abertura de Pabllo Vittar. Em 2017, a drag queen contagiou o público com sua participação especial no show da Fergie, e desde então os fãs pedem uma merecida apresentação solo da maranhense no evento.

Depois de Pabllo, o fenômeno Billie Eilish subiria ao Palco Mundial, seguida por Lady Gaga – que cancelou sua participação na edição de 2017 às vésperas de atuar, devido a uma crise de fibriomialgia. A noite terminaria com Madonna, mostrando porque ela ainda é a rainha do pop.

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25/09 – sábado

O segundo dia do festival seria dedicado ao rock alternativo, abrindo com o trio paulista O Terno. Então vieram os nova-iorquinos The Strokes e Kings of Leon e os Smashing Pumpkins. O protagonista da noite estaria com o britânico Radiohead, em sua 3ª visita ao Brasil.

26/09 – domingo

Roberto Carlos vive sua segunda vida do período de quarentena Foto: Reprodução
Roberto Carlos vive sua segunda vida do período de quarentena Foto: Reprodução

No primeiro domingo ele misturaria rock clássico com a pegada alternativa de Björk, a segunda a subir no palco. Antes dela, o Rei Roberto Carlos – a atração dos sonhos de Roberto Medina – abriria o dia com muitas emoções. O Creedence Clearwater Revisited e, por fim, os Rolling Stones, que, apesar de terem tocado na edição portuguesa do festival, nunca pousaram na Cidade do Rock, fecharam a noite.

30/09 – Quinta

A segunda semana do festival começaria com uma noite dedicada ao punk rock e indie. A primeira atração seria o cantor Duda Beat. Em seguida, veio a idolatrada Lana del Rey, figura padronizada e Rage Against the Machine, abrindo caminho para o show principal da noite: o Green Day.

01/10 – sexta-feira

Robert Plant e Jimmy Page, Led Zeppelin Foto: REUTERS
Robert Plant e Jimmy Page, Led Zeppelin Foto: REUTERS

Abrindo o dia dedicado ao metal, os escoceses de Nazareth mostrariam que ainda têm muito fôlego depois de mais de 50 anos de carreira. Em seguida, abririam espaço para a volta do Van Halen, em hiato desde 2015. Os mascarados do Kiss, que adiaram a passagem de despedida ao Brasil por causa da pandemia, logo colocariam fogo na Cidade do Rock, preparando o terreno para o Page & Plant, uma dupla formada por Jimmy Page e Robert Plant, da formação original do Led Zeppelin.

02/10 – sábado

Segundo dia dedicado ao pop, o sábado começaria ao ritmo da “maldita” Ludmilla, que brilhou no palco do Sunset em 2019 com a Orquestra Funk. Depois do caxiense, viria o fenômeno coreano BTS. Duas estreantes em terras brasileiras fechavam a noite: a primeira, a britânica Adele, que sem dúvida faria chorar o público do Rock in Rio. Por fim, a veterana Cher que, em quase seis décadas de carreira (acertando sucessos de diversos gêneros, desde o álbum para o rock), ele nunca se apresentou no Brasil.

3/10 – domingo

Jay-Z: ativos de mais de um bilhão de dólares Foto: Divulgação
Jay-Z: Ativos acima de US $ 1 bilhão Foto: Divulgação

Para fechar esta edição totalmente nova do Rock in Rio, um domingo exclusivo da música negra. A começar pelo rapper Emicida, que conquistou a Cidade do Rock com sua apresentação no Palco Sunset em 2019 – e acaba de lançar um livro infantil sobre o medo do escuro. Jay-Z, que participaria da edição 2011 do evento mas acabou cancelando a apresentação, acabaria se apresentando para o público carioca (e, quem sabe, chamar Beyoncé para uma participação especial).

A seguir, em sua terceira apresentação no país, Lauryn Hill desfilaria os clássicos de seu “Miseducation”, único álbum de estúdio lançado pela cantora em 1998 e considerado uma obra-prima do hip hop. Para encerrar o festival com o clima ao máximo, Bruno Mars entraria com sua dança e R&B sofisticado. Uma edição, sem dúvida, para todos os gostos.

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