Corinthians comemora 110 anos e confirma ‘naming rights’ da Arena – Esportes

Uma das novelas mais antigas do futebol brasileiro terminou na madrugada desta terça-feira (01). ELE Corinthians confirmou na festa de 110 anos que a empresa Hypera Pharma comprou o direito de batizar o estádio de Itaquera, na zona leste de São Paulo. Nos últimos dez anos, antes mesmo da construção da arena, inúmeras idas e vindas de os direitos de nomeação Foram tratados. Com o negócio fechado, o estádio passará a se chamar Neo Química Arena, com uma das marcas farmacêuticas.

A empresa Neo Química, que foi o principal patrocinador do Timão entre 2010 e 2011, na época de Ronaldo e Roberto Carlos, é a divisão farmacêutica do Hypera, que tem outras marcas em seu portfólio.

O presidente alvinegro, Andrés Sánchez, e o diretor-geral do grupo comprador de naming rights, Breno Oliveira, revelaram seu nome em evento transmitido pela TV Corinthians, no YouTube – mais de 300 mil pessoas estavam ao vivo no momento do anúncio oficial, a meia noite. noite. Detalhes sobre os números da associação não foram anunciados.

“Nós temos dificuldade, nós temos. Mas o Neo Química será um grande parceiro para a comunidade, para o Corinthians, para todos os brasileiros ”, disse Andrés, que não comentou o vazamento de nome horas antes da festa começar.

O valor para a época do contrato não foi confirmado mas, nas últimas semanas, os dirigentes do clube deixaram passar que o contrato de 20 anos renderia entre R $ 300 milhões e R $ 350 milhões aos cofres do Corinthians. Existem também outras formas de lucro para o Timão, como a venda de caixas corporativas, por exemplo. No início do projeto de venda dos direitos de indicação, o próprio Andrés Sánchez, então em sua primeira fase como presidente do clube, falava por R $ 400 milhões.

Longa história de negócios

Em 2011, quando o Corinthians acertou com a Odebrecht a construção da arena, a obra estava orçada em R $ 820 milhões, a serem pagos com R $ 400 milhões financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) por meio de empréstimo da Caixa e R $ 420 milhões na forma de CID (Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento) recebidos da cidade de São Paulo.

De lá para cá, muitas empresas especularam e algumas até tiveram que fechar negócio: Petrobras, Nike, Emirates e Nestlé estiveram na primeira onda em 2012. Pouco depois, empresas do Oriente Médio, Fundação Qatar, grande financiador da Copa do Mundo 2022 e a Etihad Airways, que dá nome ao estádio do Manchester City, na Inglaterra, também participaram da corrida. E nada aconteceu.

Com a inauguração da Copa do Mundo de 2014 marcada para o estádio, as conversas começaram com a Cervejaria Itaipava, que já havia adquirido os direitos da nomenclatura da Arena Fonte Nova, na Bahia, em Salvador. Também não funcionou. Mais recentemente, Bradesco e Kalunga, histórico defensor do Corinthians nas décadas de 1980 e 1990, chegaram perto. Em 2020 foram cogitados Emirados, Claro, Samsung e Magazine Luiza, este último inclusive negando acordo anunciado por um dirigente.

O novo nome da Arena Corinthians põe fim à longa novela do clube

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