Covaxin eficaz contra a variante brasileira: estudo ICMR-NIV

Em um novo estudo, cientistas do Conselho Indiano de Pesquisa Médica – Instituto Nacional de Virologia descobriram que a covaxina é eficaz contra a variante brasileira (B.1.128.2).

Isso ocorreu logo após seu estudo recente, que também sugeriu que Covaxin era eficaz contra a variante do Reino Unido e a variante indiana (mutante duplo) B.1.617.

A Índia está usando atualmente duas vacinas Covid 19, Covaxin da Bharat Biotech e Covishield do Serum Institute of India, para vacinar pessoas em todo o país.

Há evidências que sugerem que o jab Covaxin Covid-19 do país está se mostrando eficaz contra algumas variantes.

O Dr. Anthony Fauci, que é o conselheiro sênior do presidente dos EUA Joe Biden sobre a pandemia de Covid, citou os recentes ensaios clínicos de fase 3 da Covaxin conduzidos pelo ICMR, que afirmam que a vacina neutraliza múltiplas variantes do SARS-CoV-2 e efetivamente neutraliza o duplo cepa mutante. (B1617) também.

Neste novo estudo publicado no preprint bioRxiv em 30 de abril, os cientistas mostraram que o Covaxin é eficaz contra a variante brasileira (B.1.1.28.2).

Um novo estudo mostra que o regime de duas doses de Covaxin aumentou significativamente o título de IgG (anticorpo) e neutralizou a eficácia contra a variante brasileira e a variante D614G em comparação com a observada na infecção natural.

Liderados pelos cientistas da NIV Gajanan Sapkal, Pragya Yadav, Priya Abraham e outros, eles disseram que foi uma forte neutralização das variantes B1 e B.1.1.28.2 entre os recipientes da vacina.

Os pesquisadores determinaram a resposta imune IgG e a atividade neutralizante das 19 amostras de soro de convalescença obtidas dos casos COVID-19 recuperados e confirmados para o Reino Unido (B.1.1.7), África do Sul (B.1.351) e Brasil (B. 1.1. 28.2) variantes (15-113 dias após o teste positivo) e 42 participantes imunizados com uma vacina Covid-19 inativada, BBV 152 (Covaxin) como parte de um ensaio clínico de fase II (dois meses após a segunda dose).

A resposta foi observada com casos recuperados, mas o estudo encontrou uma resposta melhor em amostras de recipientes da vacina Covaxin, disseram os cientistas.

A Índia relatou casos de infecção com a variante do Reino Unido de SARS-CoV-2 (B.1.1.7). Recentemente, a variante sul-africana (B.1.351) e a linhagem P2 da variante Brasil (B.1.1.28.2) também foram detectadas em viajantes internacionais que viajam para a Índia do exterior.

O impacto do aparecimento dessas novas variantes na eficácia das vacinas COVID-19 atualmente disponíveis ou na capacidade de neutralização de soros de indivíduos naturalmente infectados com as cepas circulantes anteriores está atualmente sendo investigado.

Embora algumas das vacinas pareçam ser eficazes contra a variante do Reino Unido, a eficácia contra a variante da África do Sul demonstrou ser menos eficaz.

De acordo com um relatório recente do NCDC, de 15.000 amostras sequenciadas, 11% continham essas variantes preocupantes.

Até a primeira semana de abril, o número de casos com variantes do vírus COVID no Reino Unido, África do Sul e Brasil no país chegava a 948.

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