Danielle comemora a vitória no MasterChef 2020 com gritos e resignação: “Boss, me desculpe”

Emoção e compromisso são ingredientes que podem tornar qualquer receita digna de um chef. Foi com essa certeza que a economista Danielle, de 31 anos, entrou na cozinha do MasterChef Brasil 2020, nesta terça-feira, 25, com a certeza de fazer de tudo para vencer o sétimo episódio da temporada. Não havia outro. Depois de errar na massa do sonho, mas se entregando ao recheio de goiaba, na 1ª parte da competição, o participante passou para a 2ª fase e, nos minutos finais, estrelou uma cena marcante no programa, puxando todos os ingredientes do carrinho para o chão. Após o esforço de servir seu ensopado mediterrâneo aos cozinheiros, o competidor foi anunciado como o vencedor da edição e aplaudiu ruidosamente. “Era meu, tinha que ser meu. Sempre fico em segundo lugar na vida e isso mudará tudo. Chefe, sinto muito, mas estou desistindo. Isso é o que vou fazer. “

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Com o fim das gravações, o mineiro, que nasceu em Governador Valadares e mora em São Paulo desde 2013, explicou em entrevista ao Portal da banda, que a renúncia foi real, mas foi planejada. “Trabalho com inovação em um hospital oncológico, mas sonho em viver da gastronomia. Então, há alguns meses, parei de viajar para a França e trabalhar em uma escola lá, pagando algumas aulas. No entanto, no dia em que assinei a carta de demissão, voltei à minha mesa e descobri que as fronteiras estavam fechadas devido à pandemia. Sem dinheiro, sem trabalho e sem viagens, o que fazer? ”, Reflete.

Naquele momento, a cozinheira conta que seu chef, percebendo a situação, sugeriu que ela ficasse algum tempo na empresa, temporariamente, até que pudesse finalmente viver seu sonho. “Vou investir muito e ser profissional. Eu quero abrir um restaurante. Tenho muito o que estudar e quero ter uma experiência internacional e depois voltar ao Brasil e abrir o meu canto, com comida brasileira, mas sem regionalismo ”.

O amor pela culinária vem desde a infância, quando os pais tinham produtos frescos e Danielle sempre esteve em contato com os vegetais. Foi a mãe, Flausina, quem a ensinou a cozinhar o básico, sempre brincando para que a filha adivinhasse, desde muito jovem, os temperos que ela usava nas receitas. No entanto, aos 27 anos, ele precisava cozinhar mais quando estava na Nova Zelândia. Desde então decolou e, embora tenha estudado diferentes tipos de gastronomia, não renuncia ao clássico angu mineiro com carne, caldo farto, farofa, couve e banana grelhada.

O período no exterior foi decisivo para que a participante decidisse transformar seu hobby em profissão. Torcida do MasterChef Brasil, viu o programa como sua melhor oportunidade e começou a se inscrever. Ela não passou na seleção de 2019, mas não desistiu e, selecionada para o sétimo episódio de 2020, veio para a cozinha preparada para abraçar os jurados com suas receitas. Tamanha emoção a fez falar sozinha em vários momentos da prova e ter um “apagão” nos minutos finais da prova.

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“Minha mente congelou e eu não ouvi nada. Os patrões gritaram? Eles falaram meu nome? Confesso que não dei ouvidos. Ele não se lembrava de colocar os pratos no carrinho e, portanto, da confusão. Joguei tudo no chão e Camila me ajudou a tirar algumas coisas. Maurício só pegava emprestado as ervas e não tirava cenoura do local ”, lembra-se de rir.

Anunciada a vitória, a concorrente garante que o grito, que ressoou no estúdio e emocionou os jurados, veio da alma e era um reflexo do seu estado de espírito na altura. “Há muito tempo que espero por isso. Portanto, tem muita carga emocional, expectativa e esperança. Cansei de esperar sabe O grito veio de toda a minha vida. Sou sempre o segundo na classe, o segundo a ganhar um aumento ou ser promovido. É sempre assim. No teste dos sonhos consegui o segundo lugar, mas já estava cansado. Entrei na cozinha sabendo que daria tudo de mim ”. Obrigado pelo show, Dani!

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