“É simples”: como as mídias sociais geraram solidariedade com os e-mails de motocicletas – Um Passarinho Contou-me

Um Passarinho Me Contou

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Há uma categoria de trabalhadores que não estão em quarentena para garantir que possamos comer sem sair de casa: aplicações. Nem todo mundo se lembra que os motociclistas estão arriscando suas vidas em tempos de pandemia por nossa segurança e conforto. Um tweet com sugestões sobre como ajudar essas pessoas a viralizarem esta semana:

Caio Lima, que mora em São Paulo, diz que teve a ideia de pagar um lanche ao entregador de aplicativos quando sua namorada viu uma iniciativa semelhante em Instagram De um amigo Naquele momento, ele encontrou a ideia incrível e decidiu postar no Twitter para tentar divulgá-la mais rapidamente. Funcionou!

“É o tipo de idéia que você vê e deseja ter, sabe? É simples e pode realmente ajudar os revendedores. Sabemos que a margem de lucro é baixa e, às vezes, eles precisam escolher entre obter lucro”. levar para casa ou comer. Naquela época, decidi fazer o exame por conta própria e funcionou “, diz Lima.

Havia mais de 300 respostas, a maioria das quais apoiava a ideia de solidariedade online.

Existem relatórios de clientes que ajudaram os emails de alguma forma

E também relatos de e-mails de motocicletas que receberam ajuda dos clientes, como quando alguém se lembrava de oferecer um copo de água e até entregava um açaí ao entregador

Essa entregadora aproveitou o fio para desabafar

E houve quem se lembrasse da importância de ajudar, qualquer que fosse

Algumas pessoas compartilharam idéias sobre como ajudar neste momento de crise

E as pessoas fizeram questão de apontar como a atitude de Caio era especial

É emocionante

“Acho que em tempos de dificuldade, as pessoas criam maior empatia. As pessoas param para pensar em momentos e situações em que nunca haviam pensado antes, colocando-se mais no lugar do outro”, diz Lima.

“Os criadores da ideia também comentaram e lançaram a tag #EntregadoBem, que é a doação de qualquer produto ao motorista, seja de alimentos, medicamentos ou produtos de higiene”, conclui.

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