Em SP, uma poção pró-Bolsonaro passa por intervenção do oponente.

O protesto marcado pelos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro para começar às 21:00 da quarta-feira 18, teve uma poção e gritou a favor, mas foi “invadido” em alguns bairros de São Paulo por manifestantes que se opunham, que também gritavam. “Saia, Bolsonaro.” Ao contrário dos atos a favor do Presidente, que começaram às 20h. M. E eles duraram até 8:45 p. M. Com momentos de silêncio, as manifestações a favor duraram até dez minutos em muitas lamas.

O “pot pot pro” foi mencionado por Bolsonaro durante a entrevista coletiva com o ministério, nesta quarta-feira à tarde.

Em Limão, no norte de São Paulo, os moradores pró-presidente usavam vuvuzelas. Em Bela Vista, o centro da capital, os manifestantes também foram às janelas bater nas panelas em favor do governo. Na região sul, o Jardim Marajoara também registrou um evento de bolso. Em Saúde, na mesma região, o pote recomeçou, mas contra o presidente, que abafou os protestos a favor. Na Lapa, região oeste, o Hino Nacional, a vuvuzela e alguns vasos foram ouvidos.

Em Santos, no litoral de São Paulo, o potássio pró-Bolsonaro também foi misturado com protestos contra o presidente.

Embora os manifestantes pró-Bolsonaro tenham pedido um pote em favor do presidente, esse tipo de manifestação, ao longo da história, foi marcado como um ato contrário aos governos. Os primeiros barcos apareceram no Chile para protestar contra o presidente socialista Salvador Allende em 1973. Em 1986 e 1989, os barcos chilenos foram dirigidos contra o ditador de extrema direita, general Augusto Pinochet.

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