Este curta-metragem segue a história da primeira árbitra a ser sancionada por seus mandatos

Nenhuma mulher deve ser impedida de fazer algo por ser mulher e estar menstruada. Pensando nisso, a Intimus, marca local da Kotex – marca de cuidados femininos da Kimberly-Clark e cujo propósito é incentivar o progresso feminino, enfatizando sua assinatura ‘ponto ou não, ela pode’ – aproveita o momento em que as atenções se voltam para o maior evento do futebol evento -que até pouco tempo era um esporte permitido apenas para homens, inclusive a arbitragem- para retratar a história da ex-árbitra de futebol, Lea Campos, em um curta-metragem que reforça a importância de combater preconceitos e preconceitos relacionados à menstruação.

A brasileira, uma das primeiras árbitras de futebol do mundo, em 1967 foi impedida de apitar partidas de futebol, sendo, na época, questionada pelos dirigentes como agia quando estava em seu mandato. Ela lutou por anos até que finalmente foi liberada para arbitrar jogos de classe mundial e abriu as portas para que outras árbitras realizassem seus sonhos, provando que, ponto final ou não, as mulheres podem alcançar qualquer coisa que quiserem.

“A Kotex e, portanto, a Intimus criaram, nos últimos anos, uma série de iniciativas que incentivam as mulheres a perseguir seus sonhos, menstruadas ou não. Queremos mostrar que nada os detém e que seu lugar é onde quiserem, seja no campo de futebol, no ambiente corporativo, ao volante, na rua, no skate, entre outras profissões. E a carreira de Lea Campos é um claro exemplo de superação e questionamento do estigma da menstruação!” afirma Marisa Cury Cazassa, gerente executiva de marketing da Kimberly-Clark no Brasil.

Criado pela Ogilvy e produzido pela MoonHeist, o emocionante filme de três minutos, dirigido por Olivia Lang, traz cenas clássicas do dia do jogo: do túnel ao campo, em 1967, quando Lea se preparava para ser uma das primeiras mulheres. árbitros do mundo No filme, sua luta durante esses anos é sintetizada em um único diálogo entre a protagonista e os dois homens que representavam os dirigentes esportivos da época. A discussão ilustra discursos estigmatizados que ele teve que ouvir, ler e enfrentar durante sua batalha para poder, anos depois, realizar seu sonho.

“Estamos orgulhosos de trazer um pouco da história de Lea para os holofotes, mostrando como seu espírito pioneiro ressoa até hoje. Mas, acima de tudo, queremos mostrar o quanto é importante combater os preconceitos de gênero em nossa sociedade, para que nenhuma menina tenha que superar tantos obstáculos só para fazer o que gosta”, enfatiza Sergio Mugnaini, diretor criativo da Ogilvy Brasil.

A campanha também terá um plano de conteúdo completo e estratégia de relações públicas com os maiores influenciadores brasileiros, como a skatista Leticia Bufoni, Bibi Tatto e Thaynara OG, entre outros.

Ao final, Kotex quer reconhecer o legado de Lea Campos e o quanto ela inspirou árbitros por gerações. A marca reforça a importância de combater o estigma da menstruação. Porque menstruar ou não, mulher pode.

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