Governo obrigado a anular contrato ‘seriamente falho’ para embaixada no Brasil – Sala de Imprensa Guiana

apesar de um contrato defeituoso assinado pela administração anterior do UNPA+AFC, o governo do Partido Popular Cívico Progressista até o início de 2022 havia se comprometido novamente a concluir a construção da Embaixada de US$ 4,3 milhões no Brasil.

Mas com US$ 17,3 milhões a mais, o cronograma ambicioso para concluir a instalação até julho deste ano não foi cumprido.

Em um comentário convidado, o ministro das Relações Exteriores e Cooperação Internacional, Hugh Todd, disse à Sala de Imprensa que o governo foi forçado a cancelar todo o contrato devido a crescentes inconsistências.

Uma equipe do Ministério visitou recentemente o Brasil e durante essa visita finalizou o contrato, disse Todd.

“Vamos rever todo o processo novamente. O contrato assinado pelo governo anterior era fundamentalmente falho. Ele foi incapaz de satisfazer o resultado declarado no contrato”, disse Todd.

O chanceler observou que o governo passou os últimos meses lidando com os problemas técnicos e jurídicos que dele derivam, mas congratulou-se com o acordo mútuo com a empreiteira para rescindir o contrato.

“Ainda temos que tirar mais dinheiro dos cofres do governo para completar a embaixada. A empresa empreendida pelo governo anterior era muito ambiciosa. Agora queremos garantir que o dinheiro seja bem gasto e remodelaremos o projeto da melhor maneira”, acrescentou Todd.

Anteriormente, o chanceler disse que as questões estavam diretamente relacionadas ao contrato e ao projeto apresentado.
Ele disse que o atraso na conclusão da estrutura médica da embaixada não prejudicou os esforços de cooperação entre os dois vizinhos.

A Guiana e o Brasil estão cooperando em várias frentes com negociações em andamento e acordos assinados para apoiar os esforços regionais em direção à segurança energética e alimentar.

Existem tratados bilaterais em vigor em matéria civil e criminal, saúde e intercâmbio comercial, particularmente em petróleo e gás.

Cinco anos se passaram desde que a grama foi removida para marcar a construção de um prédio permanente para a Embaixada da Guiana em Brasília, capital do Brasil.

Na altura da mudança de relva em 2017 e nos últimos cinco anos, poucos detalhes sobre o projeto foram revelados, mas a Sala de Imprensa conseguiu confirmar que o custo final da construção estava fixado em 4,3 milhões de dólares.

Iniciado pela administração anterior do UNPA+AFC, o governo do PPP/C alocou cerca de US$ 17,3 milhões no orçamento de 2022 para levar o projeto até a conclusão.

O governo anterior havia divulgado apenas informações sobre a mudança de território feita pelo ex-vice-presidente e secretário de Relações Exteriores Carl Greenidge e pelo ministro da Infraestrutura Pública David Patterson.

O contrato de construção foi realizado por meio de uma parceria entre uma empresa local e outra construtora no Brasil.

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