guia para não ficar entediado on-line em tempos de pandemia

guia para não ficar entediado on-line em tempos de pandemia

Com o isolamento e a distância social sugeridos pelas principais autoridades de saúde devido ao coronavírus, as relações humanas, por um tempo, dependerão ainda mais da Internet. Mas agora que estamos confiando mais nas mídias sociais para evitar a solidão, surgiu um problema: ficaremos mais irritados com o que as outras pessoas fazem online.

Nas mídias sociais, já começamos a ter um novo tipo de polarização: a equipe histérica contra a equipe que está em pânico com o Covid-19. Além disso, já tivemos alguns casos de influenciadores aproveitando a pandemia para lançar desafios ou tentar obter seguidores sobre o assunto sério. Nada de bom, ok?

Como os relacionamentos on-line são menos pessoais, são mais pronunciados e até agressivos. Na internet, todos são “ferozes”, como ele observou recentemente Inclinação Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação.

“As pessoas se sentem mais irritadas e corajosas, e isso acontece muito devido ao fator distância. A partir do momento em que você não está em contato direto, todo mundo fica um pouco mais corajoso no WhatsApp, por e-mail”, disse ele.

Em vista disso, preparamos um guia básico para que você não seja a pessoa estúpida do seu grupo na Internet, seja no WhatsApp, Instagram ou Facebook.

Não tente obter seguidores com a pandemia

Como dizemos, os influenciadores digitais estão chamando a atenção usando o contexto do coronavírus, mas incorretamente: posturas não naturais e até sensuais de pessoas com máscaras; um “desafio da coroa” para lamber um assento do vaso sanitário; e tutorial de maquiagem da máscara protetora, entre outros.

No entanto, desafios bons e educacionais são mais que bem-vindos. Recentemente, tivemos um que nos ensinou a lavar as mãos, algo muito importante para evitar o contágio.

Não seja um alarmista ou machão

Bem, a pandemia existe e é real. O que não precisamos é de pessoas alarmistas ou pessoas que não acreditam em causar nada por aí.

Sim, o coronavírus tem uma baixa taxa de mortalidade e afeta mais os idosos, sendo geralmente uma “gripe mais forte”. Por outro lado, seu poder moderado de contágio causou o medo de superlotação nos hospitais.

Não precisa ser a pessoa que diz “todos nós vamos morrer” ou a pessoa que diz “esse vírus não existe”. Mantenha a calma e não espalhe pânico ou medo, pois deixar os outros desesperados não é agradável e pode causar problemas psicológicos. Ao mesmo tempo, proteja as pessoas mais vulneráveis: idosos ou pessoas com outras doenças.

Pare de compartilhar notícias falsas e teoria da conspiração

“A China inventou o coronavírus e o espalhou pelo mundo”. Por mais que não haja evidências disso, informações como essa circulam pelo WhatsApp e outras redes sociais. Da mesma forma, um vídeo de um suposto “químico autodidata” circulou dizendo coisas absurdas como gel de álcool não era eficaz, mas vinagre. Mentira, ok?

Aqui está o mesmo conselho da época das eleições: em caso de dúvida, não compartilhe. Verifique algumas informações antes de compartilhar em grupos. Veja se os sites confiáveis ​​possuem. Não faltam pessoas que não têm nada a fazer nestes tempos.

Não seja monotemático em grupos ou redes sociais.

“Coronavírus isso, coronavírus aquilo, coronavírus lá”. Não seja obstinado em suas redes sociais e grupos do WhatsApp. Compartilhe outras coisas. Sim, as informações são importantes no momento, mas muitas informações podem causar sofrimento a muitas pessoas. Mantenha um nível razoável de posts no Covid-19.

Encontre (e compartilhe) boas notícias

Não podemos estar aterrorizados o tempo todo. Portanto, procure boas notícias sobre a pandemia e compartilhe-as com as pessoas. Acredite em mim: ajuda a melhorar a aterrorização psicológica que estamos vivendo atualmente.

E veja, não faltam boas notícias naquele momento. Embora o vírus seja novo, os cientistas fizeram numerosos avanços. Aqui estão dois textos que mostram um pouco disso:

Grupos de ajuda do suporte

A Internet também tem a parte boa: correntes de solidariedade. Pequenas empresas e trabalhadores informais são os primeiros a experimentar o coronavírus, que tem um grande efeito nos lucros. Compartilhar cadeias, desde que sejam confiáveis, é claro, é uma maneira de ajudar os necessitados.

Isso também é válido para outros fluxos, como ajudar pessoas mais velhas e coisas do gênero. Ajuda as pessoas que mostram solidão e depressão.

O desapego social contraria o que os psicólogos sempre recomendam para pessoas que podem experimentar depressão. Nesse momento, é possível que o problema possa surgir em muitas pessoas, somado à angústia e ansiedade causada pela incerteza sobre o futuro, seja sua própria saúde, familiares, empregos ou outros.

As publicações de pessoas que desabafam nas mídias sociais provavelmente serão mais comuns. Afinal, essa será uma das poucas maneiras de fazer isso por um tempo. Não se gabar ou julgar essas postagens – tente identificar quem mostra solidão e ajude essas pessoas, mesmo que remotamente.

Cuidado com vírus e fraudes cibernéticas

Neste momento de angústia, há muitas pessoas com más intenções. Eles inventaram um malware de computador chamado coronavírus, colocaram arquivos maliciosos em mapas falsos sobre o progresso da epidemia e até criaram uma farsa elaborada para roubando casas fingindo ser médico.

Há pouco cuidado. É hora de ter cuidado com o que você clica e o que compartilha também.

Distraia-se com outras informações

Não enlouqueça com as notícias do coronavírus. Tente se distrair. Jogue um videogame, assista a uma série, leia um livro, procure notícias sobre outros tópicos. Vale tudo. Deixar sua mente sobrecarregada de informações sobre a pandemia terá efeitos horríveis no seu bem-estar.

Vale lembrar que sites e aplicativos lançaram uma grande quantidade de conteúdo gratuito para as pessoas usarem isoladamente ou em quarentena. Isso é ótimo para fugir do tédio e também para se distrair da paranóia relacionada ao vírus.

É grátis rir com memes (tenha cuidado com o sofrimento de outras pessoas)

A vida não pode ser apenas tristeza, por isso é livre para rir com memes. Incluindo coronavírus – ou “corongavírus“, para os mais íntimos do Twitter. Apenas tome cuidado para não rir do sofrimento dos outros, ok?

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About the Author: Adriana Costa Esteves

"Estudioso incurável da TV. Solucionador profissional de problemas. Desbravador de bacon. Não foi possível digitar com luvas de boxe."

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