Jogador de vôlei encontra casa em OC

A brasileira Myllena Torquetti posa com uma bandeira brasileira (Foto cortesia de Daniel Tarango do Odessa College)

Myllena Torquetti estava jogando vôlei de praia em seu país natal, o Brasil, quando o COVID chegou e o mundo inteiro entrou em confinamento.

Ele agora está jogando com sucesso no Odessa College e se adaptando à vida nos EUA e no oeste do Texas.

“… Acho que foi Deus quem me trouxe aqui. Eu sou cristão…” Torquetti disse.

Ele acrescentou que teve muitas ofertas, mas a do OC foi a que mais chamou sua atenção.

Torquetti, que é de Belo Horizonte, estuda psicologia e quer ser coach de crianças menores. Ele gosta tanto de vôlei de praia quanto de quadra dura.

“E desta forma, tenho a oportunidade de trabalhar no Brasil e aqui também, como treinadora”, disse ela.

Ela não voltou para casa desde o Natal e passou o verão fazendo aulas e jogando vôlei com seu treinador e algumas garotas do time.

Torquetti, de 21 anos, disse que há vários jogadores de outros países além do Brasil, como Itália, Portugal e República Dominicana.

Foto cortesia de Daniel Tarango do Odessa College

Com 6-1, ela disse que joga por fora e por dentro e como bloqueadora central.

Torquetti disse que aprendeu muito jogando para seus treinadores.

“…Eu apenas gosto de jogar vôlei. É divertido). Às vezes temos que cuidar dos negócios, mas sim, eu gosto”, disse Torquetti.

Ele acrescentou que eles têm uma equipe muito talentosa este ano.

“Todas as meninas são super legais e estamos fazendo um bom trabalho nos esforçando para sermos melhores e termos uma boa temporada. Todas as meninas agora que são… calouras, esta é a primeira vez que estão longe da família. É como nós somos porque minha família é do Brasil, então às vezes é difícil ter alguém (para) conversar (com) sobre família ou coisas profundas sobre você. … Tenho muita experiência aqui e é diferente, mas é bom porque acho que aprendi e cresci muito como pessoa. Ficar longe de casa é difícil, mas ao mesmo tempo tenho todas essas meninas que podem me ajudar…”, disse Torquetti.

Ela não sabe exatamente o que quer fazer depois de terminar em OC.

“…Sou uma pessoa de família e não sei se quero voltar para o Brasil e (estar) com minha família porque agora minha avó tem Alzheimer, então tem sido difícil para mim processar tudo isso. Mas quero continuar meus estudos…”, disse Torquetti.

Foto cortesia de Daniel Tarango do Odessa College

A temporada de vôlei começa em setembro e termina em novembro, mas está cheia de jogos. São 17 na lista.

Ela disse que uma das principais diferenças entre o Brasil e Odessa é que há mais comida fresca no Brasil e o clima é diferente.

“(Se) você está no Brasil está muito quente, e aqui está muito vento. E às vezes está frio e às vezes está quente. Mas acho que a maior diferença para mim é apenas a comida”, disse Torquetti.

Ele acrescentou que ama as pessoas do Odessa College.

“Acho que todo mundo é muito amigável e você pode conversar com as pessoas no campus. Você pode perguntar coisas a eles e eles vão te respeitar e vão dizer coisas para te ajudar”, disse Torquetti.

Foto cortesia de Daniel Tarango do Odessa College

O assistente técnico Taylor Clark disse que Torquetti é o epítome de um líder servidor.

“Ela lidera pelo exemplo. Lidere sempre colocando todos os outros em primeiro lugar. Ela traz uma quantidade incrível de conhecimento para a equipe, mas também traz calma, tranquilidade e confiança, o que é muito importante, especialmente quando temos tantos calouros. Entre ela e nossos outros líderes, eles literalmente mudaram as coisas para onde não os vemos mais como calouros (e) alunos do segundo ano. Nós realmente os vemos como uma unidade de líderes que querem melhorar. Eles lideram uns aos outros de uma maneira tão positiva e edificante que deriva dela e de seus outros líderes”, disse Clark.

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