Lenin Moreno expulso de Alianza PAIS

Lenin Moreno. Foto: BBC World.

A organização política equatoriana Alianza PAIS (AP), confirmou hoje a expulsão de seu seio do presidente da república, Lenín Moreno, e sua destituição da chefia do movimento.

A decisão foi oficializada em Comunicado ao País disponível nas redes sociais, no qual informava que a Comissão de Ética indeferiu pedido de desfiliação feito pelo presidente e estabeleceu as sanções mencionadas.

O pedido ocorreu um dia depois de Alianza PAIS (Patria Altiva i Soberana) anunciar um processo disciplinar contra Moreno por descumprimento do plano de governo com o qual ganhou as eleições de 2017.

“Por meio de resolução, a Comissão de Ética deu a conhecer para aprovação da Direção Nacional as infrações cometidas pelo presidente da AP ao deixar a direção política do movimento abandonada”, indica o texto.

A este respeito, especifica que Moreno solo asistió a las sesiones formales un par de veces en cuatro años, incumplió el plan de gobierno y distribuyó ilegítimamente el poder a representantes de otros partidos políticos, cuya agenda de trabajo no era consecuente con el compromiso popular adquirido al momento de su posesión como chefe de Estado.

“A resolução que expulsa Moreno será imediatamente notificada ao reclamante e ao arguido, bem como ao Conselho Nacional Eleitoral, para que, de acordo com o artigo 342 do Código da Democracia, o militante sancionado seja apagado dos autos da AP”, afirmou. documento conclui.

Da própria organização, vários filiados emitiram critérios para a determinação da Aliança PAIS, entre eles a ex-candidata presidencial Ximena Peña e seu sócio e o aspirante a vice-presidente Patricio Barriga.

“A decisão de Lenín Moreno é uma resposta ao processo disciplinar iniciado pela organização por meio de sua Comissão de Ética”, disse Peña em uma entrevista de rádio.

Para ele, a decisão do movimento é uma reivindicação dos militantes, que defendiam permanentemente que a organização política tivesse uma posição muito mais forte e contundente diante das ações do presidente.

Ele também alertou que é um sinal claro do esforço do movimento para se purificar.

Por seu lado, Barriga afirmou no Twitter: “É uma ferida que vai demorar a sarar, mas estamos a curar”.

(Informações da Prensa Latina)

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