Ney Franco lamenta ponto perdido e garante que Cruzeiro precisa de “mais do que flashes” | cruzeiro

O técnico Ney Franco admitiu a frustração de todos na nova derrota para o Cruzeiro, na Série B. Raposa deixou escapar o empate no último minuto da partida contra o Cuiabá, na Arena Pantanal, e está na zona de rebaixamento do Na Série C. Vitória contra a Ponte Preta no último dia, o time mineiro pouco produziu e não teve chances claras de gol contra o Dourado. Para o treinador, Raposa foi melhor em campo, se portou bem durante todo o jogo, mas “pagou caro” por não apagar as luzes.

“Pagamos caro no último jogo, jogamos praticamente todo o jogo com toda a equipe bem organizada em campo, com um sistema defensivo sólido, indo para o ataque e deixando o nosso time para trás muito bem protegido”.

– E, no final da partida, faltando um minuto para uma falta de lado bem longe, lançamos o ataque porque tem essa característica, porque você joga no Cruzeiro, quer ter os três pontos e justamente nessa última jogada nosso time estava mal posicionado no Em campo, perdemos uma bola muito longa, perdemos a primeira bola, perdemos o rebote e eles estavam felizes no contra-ataque, único momento em que nossa equipe ficou indefesa na defesa. Portanto, hoje pagamos caro por um detalhe do jogo. Detalhe esse que, justamente na última jogada da partida, nos colocamos em campo com nossa equipe desprotegida e mal posicionada em campo.

Ney Franco admitiu sua frustração com a derrota do Cruzeiro – Foto: Bruno Haddad / Cruzeiro

Apesar de ter conquistado três vitórias consecutivas nas primeiras provas da Série B, o Cruzeiro não teve sequência após o início da competição. A equipe, que tem como objetivo principal retornar à elite do futebol brasileiro, está longe de se classificar, com apenas 11 pontos somados, lembrando que o clube começou a Série B com 6 pontos a menos devido a uma sanção da FIFA. O técnico admitiu que o equipamento precisa mais do que flashes.

“Acho que tivemos alguns vislumbres dessa partida (contra a Ponte Preta) em alguns momentos da partida (contra Cuiabá), mas precisamos mais do que brilhos no Cruzeiro. Precisamos muito definir um jogo sólido”, seja em casa ou fora. casa, independente do adversário, e teremos que buscar essa solidez ”

O treinador optou por utilizar as cinco substituições disponíveis no jogo. Tudo do meio para a frente. Entraram Roberson, Rafael Luiz, Marcelo Moreno, Caio Rosa e Ariel Cabral. Segundo Ney Franco, todas as trocas tiveram como objetivo dar força ofensiva ao time, que tem um desempenho ruim no ataque.

– Todas as substituições que fizemos no jogo de hoje, especificamente, foram todas para ganhar mais força ofensiva, para poder jogar com mais jogadores perto da área de Cuiabá e também muito no nível físico, né ?! As duas primeiras substituições tiveram esse detalhe, tanto do Régis quanto do Maurício, sentimos que o desempenho já estava caindo na parte física, então peguei o jogador com característica de meio-campista e coloquei outro jogador aberto, coloquei outro atacante dentro também, e Roberson, que tem a característica de jogar como meio-campista.

Cruzeiro novamente não marca pontos – Foto: Bruno Haddad / Cruzeiro

– E as outras substituições, chegou um momento que o Henrique sentiu a parte física, a gente fez a substituição e aí para que a gente ganhasse força do lado direito do campo tirei o Daniel, empurrei o Rafael pra gente ter um jogador mais tranquilo para o lateral direito e o Sassá também, no final da partida, aos 28 minutos, ele sentiu a parte física, e colocamos um jogador atacante. Mas, eu não acho que a meia articulada foi um problema. Até porque o Roberson brincou fazendo essa meia de conexão. Assim, as substituições foram destinadas ao poder ofensivo.

Veja outras respostas de Ney Franco


– Precisamos ter essa consistência. Precisamos de regularidade, precisamos chegar a um ponto no campeonato para fazer uma sequência de seis, sete jogos seguidos somando pontos. Hoje lamentamos a perda de três pontos e pelas circunstâncias em que foi, como perdemos esses três pontos, poderíamos estar aí a lamentar um ponto se saíssemos daqui com um empate. Quando você trabalha em uma grande equipe como o Cruzeiro, não pode se dar ao luxo de colocar o time em campo para o empate. Temos necessidade de marcar pontos, mas entendemos que no jogo de hoje, devido ao grau de dificuldade, poderíamos ter terminado este jogo com um ponto e praticamente feito o segundo jogo consecutivo com um ponto. Em algum momento fomos até superiores ao rival e no final conseguimos levantar aquela bola na área. Estamos procurando essa regularidade, e precisamos dela, agora temos seis rodadas para terminar a primeira rodada, o próximo jogo em casa, mobilizar o grupo, todos estaremos lambendo a ferida, todos frustrados, mas saindo amanhã quando você voltar ao trabalho levanta a cabeça , carregue-nos, carregue os atletas e busque essa regularidade o mais rápido possível pois a cada rodada que passa ela não chega e você tem que ter calma para ajustar o equipamento e ter a competição dentro de casa que tínhamos em frente à ponte preta, e fazendo nosso comando de Campo que é o nosso principal objetivo agora, não adianta falar do jogo contra o Oeste, contra o paraná, contra a juventude, temos que levar o jogo contra o Sampaio agora Correr dentro de casa e jogar no mesmo nível que jogamos contra a ponte preta, marcamos e desaceleramos isso recuperação e tenho certeza que encontraremos o momento no campeonato e teremos essa seqüência de vitórias, pontos de comando.


– Na verdade, este jogo foi muito disputado no meio-campo. Ambos do nosso lado, Fábio e João, goleiros, praticamente não participaram do jogo. Às vezes até tínhamos alguma vantagem na posse de bola, girando a bola para a frente e para trás, mas ali não conseguíamos entrar na defesa com o Luiz Gustavo dentro, dois meio-campistas marcando bem para o seu time, principalmente depois que o Patrick entrou. O Romário com o lado esquerdo fechando bem a linha de defesa, então tentamos entrar pelo lado que eles bloquearam bem. Então essa alternativa de ter mais um jogador, na primeira substituição coloquei o Moreno por dentro, abri o Sassá de um lado e o Caike do outro e coloquei o Rafael para ser jogador descansado por dentro para entrar no ataque. Tivemos alguns momentos em que essa ideia de jogo funcionou, mas também não criamos chances de gol. Na verdade, todas as substituições que fizemos hoje foram na tentativa de aumentar o poder ofensivo, criar oportunidades de gol, mas não pudemos fazer isso no jogo e fomos punidos no final da partida por querer os três pontos, qualquer um deles acima do adversário, percebemos que era o jogo onde poderíamos somar os três pontos, e no final tivemos um erro clássico do futebol que é atacar e deixar as linhas de base desprotegidas, e eles exploraram o contra-ataque. Ataque com dois atacantes rápidos, principalmente Felipe Marques que entrou no segundo tempo, descansou, jogador rápido que conseguiu fazer este contra-ataque com grande qualidade num momento em que a nossa equipa se encontrava desorganizada.

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