O Departamento de Saúde chama profissionais para retorno imediato

JBr.

Os funcionários do Departamento de Saúde (SES) que estão de férias, com uma licença premium ou com uma licença e que estão isentos de ganhar pontos para participar de conferências e eventos devem retornar imediatamente ao trabalho. A convocação, realizada nesta semana por meio de uma circular, visa aumentar o número de profissionais que atuam no portfólio, a fim de fortalecer a luta contra a disseminação do coronavírus.

A determinação, no entanto, abrange apenas servidores que tiveram suas férias agendadas para 20 de março. “Quem saiu antes desse período continua aproveitando as férias ou o subsídio normalmente”, explicou a gerente de Suporte à Inspeção da Diretoria de Vigilância Sanitária (Moeda), Márcia Olivé.

É essencial fortalecer o desempenho de funcionários de diferentes áreas cobertas pelo SES. A Vigilância Sanitária intensificou as fiscalizações, principalmente em estabelecimentos que atuam, como supermercados, padarias, farmácias e serviços de entrega.

Ações intensificadas

“Nosso objetivo é orientar esses estabelecimentos sobre como proceder neste momento de crise”, explica Márcia Olivé. “Intensificamos ações de saúde nesse sentido. Os estabelecimentos não conformes estão sendo avaliados e recebem um período de 24 horas para o ajuste. ”

Segundo o gerente, há muitas reclamações de mercados lotados, de que eles não se preocupam com higiene e boas práticas de manuseio de alimentos.

“Também vamos às clínicas médicas que estão funcionando, mas elas precisam tomar medidas para combater o Covid-19: evitar multidões, limpar os bancos, evitar a formação de filas”, acrescenta Márcia. “A Vigilância Sanitária está totalmente focada no cumprimento do Plano de Contingência de Combate ao Coronavírus”.

Essa determinação, enfatiza a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida, durará o tempo necessário para resolver o problema da pandemia de coronavírus. “No entanto, as autoridades que já receberam o adiantamento em dinheiro das férias não terão que pagá-lo”, explica ele.

Com informações da Agência Brasília

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