OS deve estar na pauta do protocolo da Covid-19 do Brasileirão – 08/10/2020

É controverso, mas WO deveria estar na agenda do protocolo da Covid-19 em torneios nacionais. A CBF tem a maior responsabilidade pelo caótico cronograma projetado e por ter feito um guia médico que não sabia o que fazer em caso de surto de contaminação em equipamentos como aconteceu no final de semana com o Goias no Uma série, eu gosto CSA em B e com a Imperatriz em C, mas os clubes também serão responsabilizados. E os adiamentos não serão a única solução, até porque inviabilizariam o fim da competição.

A Rússia fez isso e existe uma semelhança entre o campeonato de lá e o daqui, muito mais do que com as elites europeias como Espanha, Portugal, Inglaterra ou Alemanha, países menores que podem controlar melhor o meio ambiente contra a doença do que as grandes. . regiões continentais, como Rússia e Brasil. O estágio da pandemia é diferente nos estados brasileiros, tornando mais difícil a criação de protocolos que atendam a todos de forma eficaz.

Os russos começaram adiando o jogo, mas perceberam que problemas seriam a regra e passaram a usar outras alternativas, como dar aos clubes a opção de isolar todos os atletas profissionais e usar a base (o que resultou em um incômodo 10 a 1 de Sochi sobre Rostov). ) ou WO – para quem não sabe o que é WO uma atribuir uma vitória a uma equipe ou competidor quando o oponente não puder competir.

WO é justo? Não. Mas adiar o jogo não significa que uma equipe, por exemplo, tenha um protocolo melhor executado que a outra. Goiás teve nove atletas infectados e a própria diretriz, apesar das justas críticas da CBF e do laboratório do Hospital Albert Einstein, que apresentou problemas na realização dos exames, admitiu que seu protocolo havia falhado. ELE São Paulo, que fez tudo certo, viajou para Goiânia e se preparou para jogar, acabou machucado também. É justo?

O ideal seria não ter campeonato em meio à pandemia, mas o Brasil deixou de combater a doença em todos os níveis, no futebol não seria diferente. Se vai haver campeonato e ele convive com a doença, medidas drásticas terão de ser tomadas. O protocolo da CBF precisa ser aprimorado e deixar claro o que vai acontecer se uma equipe for infectada – e olha, não importa se é uma ou dez porque esse contato com o resto da equipe já coloca todos em risco, inclusive os adversários. árbitros e dirigentes presentes no estádio.

Todos os jogos serão adiados? Se assim for, o campeonato não termina no dia 24 de fevereiro. Pode-se dizer, “bom, paciência”, mas sabemos que no final há patrocinadores e titulares de direitos interessados ​​em 2021 ser mais normal do que 2020 e para isso o brasileiro tem que terminar em fevereiro.

O WO acaba sendo uma alternativa. Mas é preciso cuidado. Por exemplo: elimine as dúvidas sobre os testes porque seria trágico derrotar uma equipe com falsos positivos contaminados. Existe outro risco, mas este é criminoso: equipes que escondem resultados positivos. Nunca duvide de nada no Brasil, mas haverá médicos, laboratórios e a própria CBF envolvidos e responsabilizados, então é muito difícil isso acontecer.

A CBF deve apresentar um protocolo decente antes que qualquer decisão seja tomada e os clubes cumpram. Com isso, temos que pensar em alternativas dolorosas para ver o fim do campeonato (o que nem deveria acontecer).

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About the Author: Gabriela Cerqueira Corrêa

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