Os Estados Unidos impõem sanções severas à Rússia, culpando-a por uma grande operação de hacking

Dentro das agências de inteligência dos Estados Unidos, houve avisos de que o ataque SolarWinds, que permitiu ao SVR colocar “portas traseiras” em redes de computadores, poderia dar à Rússia uma avenida para atividades maliciosas contra agências governamentais e corporações.

Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional de Biden, costuma dizer que as sanções por si só não serão suficientes, dizendo que haveria ações “visíveis e invisíveis” contra a Rússia. Biden, antes de sua posse, sugeriu que os Estados Unidos reagiriam da mesma forma ao ataque, o que parecia sugerir algum tipo de resposta cibernética clandestina. Mas pode levar semanas ou meses para que qualquer evidência de tal atividade venha à tona, se algum dia vier.

O pedido também designa seis empresas russas para apoiar as atividades cibernéticas do serviço de inteligência russo.

As ações tomadas na quinta-feira foram em resposta ao ataque da SolarWinds e à interferência eleitoral. Além disso, funcionários do governo disseram ter enviado mensagens diplomáticas à Rússia expressando preocupação com relatórios de inteligência de que a Rússia pagou recompensas para encorajar ataques do Taleban às tropas americanas. Mas um alto funcionário disse que apenas agências de inteligência confiança baixa a moderada em sua avaliação, porque foi baseado em parte nas informações dos detidos.

Na violação da SolarWinds, os hackers do governo russo infectaram o software de gerenciamento de rede usado por milhares de entidades governamentais e empresas privadas no que as autoridades acreditam ter sido, pelo menos em seus estágios iniciais, uma missão de coleta de inteligência.

O SVR, também conhecido como Serviço de Inteligência Estrangeiro Russo, é conhecido principalmente por operações de espionagem. O comunicado disse que as agências de inteligência dos EUA têm “grande confiança em sua avaliação da atribuição” de responsabilidade à Rússia.

Em um comunicado, os Estados Unidos delinearam para empresas privadas detalhes específicos sobre vulnerabilidades de software que agências de inteligência russas usaram para invadir sistemas de empresas e governos. A maioria deles é amplamente conhecida desde que a FireEye, uma empresa de segurança privada, encontrou as primeiras evidências do ataque em dezembro. Até a descoberta do FireEye, o governo dos EUA havia negligenciado as ações, em grande parte porque o ataque foi lançado de dentro dos Estados Unidos, onde, como os russos bem sabem, as agências de inteligência dos EUA estão proibidas de operar.

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