Principais fatos que você não sabia sobre a estrela brasileira do skate

22 anos de idade chapéu rosa é uma rua andar de patinete ás no topo do baralho.

Bicampeã mundial e seis vezes medalhista dos X Games, a brasileira é a favorita certificada em quase todas as competições em que participa.

Seu estilo implacavelmente rápido e limpo é apenas uma de suas muitas características que a diferenciam de seus outros rivais de rua. Outra é sua vontade de ser a melhor e expor seu esporte para o maior número de pessoas possível.

Enquanto ela a joga paris 2024 lance no próximo Campeonato Mundial de Skate de Rua em Roma, a primeira qualificatória olímpica do ciclo, aqui está um guia com tudo o que você precisa saber sobre o patinador de rua número um do mundo.

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ASSISTA: ‘World Street Skateboarding Roma 2022 ao vivo em Olympics.com.

Apenas um punhado de pessoas sabia que Rosa foi ferida em Tóquio 2020

Imagem de 2021 Getty Images

Seu primeiro amor foi o futebol.

Embora seja difícil imaginar agora, houve um tempo em que Rosa não andava de skate.

Em seus primeiros anos, a jovem brasileira começou a tocar futebol – um dos esportes mais populares em seu país.

Mas embora ela pudesse ter gostado de chutar uma bola, de acordo com Rosa, sua mãe não estava tão entusiasmada.

Escrevendo uma carta endereçada à sua mãe Evania no Tribuna dos JogadoresRosa falou sobre seu início no esporte e a reprovação de sua mãe:

“Eu sei que você nem gosta de lembrar da fase em que eu estava brincando com uma bola. Naquela época, Dona Evania tinha medo de que eu me machucasse… Eu pensei, sei lá, que minha mãe não queria que eu me divertisse”.

Uma vez que Rosa bateu em um skate, ela rapidamente trocou as presilhas por um conjunto de rodas.

Evania ficou silenciosamente aliviada, mas Rosa acredita que foi vendo-a desenvolver sua primeira paixão pelo futebol que sua mãe percebeu que sua vida estaria de alguma forma entrelaçada com o esporte.

Sacrifícios tiveram que ser feitos no início

Foi por acaso que Rosa descobriu o skate.

Segundo a brasileira, ela viu um skate pela primeira vez quando uma amiga de sua irmã veio visitar a casa da família. Antes de entrar na casa, a amiga deixou o skate na porta para Rosa encontrar.

Quando ela o viu, ela perguntou se ela poderia levá-lo para um passeio. Mas eles lhe disseram que ele era muito jovem.

Quando todos estavam de costas, Rosa aproveitou e pulou no quadro.

“Cara, eu não conseguia nem colocar o sentimento em palavras”, a brasileira continua para o Players’ Tribune, descrevendo como foi sua primeira vez em um skate. “Só sabia que depois disso, só sonhava com o dia em que teria a oportunidade de pilotar novamente.

“Sim, eu queria ser jogador de futebol, tinha até recebido propostas para jogar em times, algo que eu queria muito, mas quando comecei a andar de skate, a sensação de liberdade… Não tinha igual. Ele era mais forte do que eu.”

Determinada a realizar seu sonho de andar de skate, Rosa implorou aos pais que lhe dessem seu próprio skate. Mas a vida de sua família em São Paulo foi difícil. Rosa, suas duas irmãs e seus pais dividiam uma casa de um quarto.

Para comprar um skate para a filha, os pais de Rosa tiveram que parar de pagar as contas de água e luz naquele mês.

Assim como seu início, os primeiros anos no esporte também foram difíceis para a patinadora.

“Durante alguns anos foi difícil chegar às competições, poder pagar as viagens e os hotéis”, explicou Rosa em entrevista exclusiva ao Olympics.com.

“Meus amigos do bairro me deram peças usadas para minha prancha. E então, às vezes, um pequeno patrocinador local me dava uma prancha ou rodas grátis.”

Mas uma vez que as vitórias começaram a se acumular para Rosa, as coisas melhoraram muito e ela foi capaz de retribuir sua família e amigos por seus sacrifícios.

Pamela Rosa com Rayssa Leal e Leticia Bufoni – duas das outras grandes patinadoras do Brasil

Imagem de 2021 Getty Images

Estreou no X Games aos 13 anos

Quando o X Games O convite foi parar na caixa de entrada do e-mail de Rosa, de 13 anos, e o brasileiro não acreditou.

Assistir ao prestigiado evento de esportes radicais na televisão e receber o convite para participar foi um momento crucial para o brasileiro.

Embora sua estreia no X Games Foz du Iguaco em 2013 não tenha saído exatamente como o planejado, 12 meses depois sua sorte se inverteu quase completamente.

Ele conquistou dois segundos lugares no pódio nos X Games Austin em 2014 e 2015 antes de conquistar duas vitórias nos X Games em 2016. Primeiro em Oslo e depois em Austin.

Até o momento, Rosa tem seis medalhas nos X Games, das quais duas são de ouro.

Pamela Rosa venceu a final do SLS Super Crown World Championship em novembro do ano passado

Imagem de 2021 Getty Images

Tóquio 2020: uma lesão secreta e um retorno poderoso

Como vencedora do campeonato mundial de skate de rua de 2019, Rosa desembarcou no Japão para Tóquio 2020 em 2021 como uma das favoritas a medalhas na competição de rua feminina.

Mas quando o brasileiro só conseguiu terminar em 10º lugar, havia um ar tangível de decepção.

Foi só depois do fim do evento que Rosa revelou que o motivo de não ter dado o seu melhor nas Olimpíadas foi porque ela havia rompido o ligamento do tornozelo esquerdo dois dias antes de partir para a capital japonesa.

Não querendo desistir, Rosa manteve a lesão em segredo. Nem sua mãe sabia.

“Dois dias antes da minha partida, eu senti isso. Foi uma lesão no ligamento que causou uma dor que não passava”, escreveu o atleta olímpico no Players’ Tribune.

“Quando cheguei a Tóquio já sabia, no fundo, que não ia conseguir dar o meu melhor na competição que preparei durante vários anos da minha vida.

“Ainda assim, não desisti. Tentei me recuperar e me concentrar para fazer algumas manobras, mas não deu certo. Isso foi bem triste.”

Embora não tenha dado certo para a patinadora número um do Brasil nas Olimpíadas, ela ainda não desistiu.

Alguns meses depois, ela derrotou a medalhista de prata de Tóquio 2020. Rayssa Leal para ganhar o campeonatos mundiais de skate em Jacksonville.

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