Procon-DF inspeciona preços de materiais de higiene

Com o objetivo de evitar o preço abusivo, desde o último domingo (15) o Procon-DF, juntamente com o Legal DF, colocou agentes nas ruas para controlar as vendas de álcool gel, luvas e máscaras nas farmácias. Esta manhã (18) a ação foi na “Rua das Farmácias”, 302 sul.

“Essa iniciativa mostra a preocupação do governador Ibaneis com esta prática, estamos inspecionando preços e também estoques. Se esse tipo de prática existe para fins de especulação, também constitui um crime contra ordem e infração fiscal e contra a ordem econômica. “O estressado CEO do Procon, Marcelo Nascimento. “Então, estamos vendo tudo isso. Portanto, é importante estarmos na rua neste momento “, modificou o gerente.

Até o momento, mais de 180 estabelecimentos foram visitados pelas 20 equipes da GDF espalhadas pelo DF em regiões como Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul, Sudoeste, Guará, Águas Claras, Guará, Gama, Sobradinho, Taguatinga , Samambaia e Planaltina. Desde março, o Procon-DF monitorava farmácias no DF, mas devido ao grande número de reclamações nos últimos dias, mais de 800, o trabalho se intensificou.

O Decreto 40.520, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 14 de dezembro, considera inadequado elevar valores econômicos, sem justa causa, com o objetivo de aumentar arbitrariamente os preços de suprimentos e serviços relacionados ao confronto de Covid -19.

“Esta é uma inspeção econômica complexa”, explicou o diretor de inspeção do Procon, Rafael Oliveira. “Estamos notificando farmácias, exigindo faturas de compra e venda ao consumidor final para analisar, através de uma auditoria, se houve um aumento abusivo, se houve um aumento não razoável na distribuição e fabricação, tomaremos as medidas adequadas, variando de punições a penalidades “, continuou ele.

As farmácias têm dez dias para enviar documentos contábeis e faturas para a compra e venda de produtos de prevenção de coronavírus (covid-19).

Escassez

Cinco minutos. Foi o tempo dedicado a cinco caixas de álcool gel, com 12 unidades, cada uma, à venda, a R $ 17,90. O estoque, que havia acabado de chegar ao estabelecimento, o único que vendeu o produto no local, foi a síntese da crise da saúde no país. Deixe o funcionário público do Senado Vivian Pennacchio dizer isso. Ela vem tentando comprar álcool gel e uma máscara há dias. Na ausência deste último, o caminho era improvisar com guardanapos e faixas elásticas.

“Não existem produtos no mercado, não consegui encontrá-los, não sei mais o que faço”, lamentou. “Acho que com essa escassez, os preços devem subir por lá, felizmente há inspeção”, afirmou.

Para o empresário Aílton Rocha, o problema do brasileiro é usar a má fé em situações de crise. “Ele não encontra em lugar nenhum, é difícil, complicado, quando o encontra, o cara quer arrancar o couro”, diz ele. “É por isso que o desempenho da Procon nesses casos é importante”, defende.

Diante da situação alarmante, o CEO do Procon faz dois apelos à sociedade em Brasília. Primeiro, a população denuncia farmácias que vendem produtos acima do mercado. Segundo, que as pessoas exercem cautela e bom senso quando se trata de produtos, ou seja, que se deixam levar pelo espírito altruísta.

“Eles não compram todas as ações apenas para a família, deixam para a próxima, principalmente para profissionais de saúde e idosos, que é uma categoria mais sensível à doença e precisam ter mais acesso a esses produtos”, observou. .

Com informações da Agência Brasília

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