RH: “Você está com eles o tempo todo”

A casa redonda | 04/08/2022 16:15:00

Stephanie Dalmacio jogou quatro temporadas de tênis em Wichita State e gostou de aprender com seus treinadores. Como ela passou seu quinto ano como treinadora assistente, ela sabia que queria seguir o caminho dele.

“O vínculo, a conexão e poder ajudar (atletas) nesse nível foi o que me conquistou”, disse ele.

Dalmacio, que jogou pelos Shockers de 2006 a 2010, está entrando em sua sétima temporada como treinadora de tênis feminino na Bowling Green State University. Ele jogou Wichita State para Chris Young e depois colin adotivo. Courtney Steinbock, assistente técnica do Wichita State de 2008 a 2010, também moldou o estilo de jogo de Dalmacio, mostrando-lhe como combinar agressividade natural com estratégia inteligente.

Essas experiências iniciaram Dalmacio, do Brasil, em sua carreira.

“É a relação com os jogadores e o quanto você pode ajudá-los”, disse Dalmacio. “Você começa o primeiro ano com eles e está com eles o tempo todo. Vê-los ao longo dos anos é a melhor sensação para um treinador.”

Ela se considera uma treinadora que lidera com comportamento consistente.

“Sou uma boa observadora”, disse ela. “Eu não sou um treinador barulhento. Eu deixo eles fazerem suas coisas. Eu faço isso divertido para eles. Deixe eles ficarem o mais quietos possível.”

No estado de Wichita: Dalmacio ganhou honras All-Missouri Valley Conference sete vezes como um Shocker. Ele ganhou títulos MVC em 1º de singles em 2009 e 1º de duplas em 2008.

Ele jogou em três equipes iniciais do MVC e em três torneios da NCAA. Em 2010, ela se juntou a Delia Damaschin para se qualificar para as duplas da NCAA e ganhar honras All-American.

Atualize-nos sobre sua localização atual e status de vida:

Eu moro em Bowling Green, Ohio. Sou a treinadora principal do programa de tênis feminino da Bowling Green State University. Estou entrando na minha sétima temporada.

Qual foi a sua especialização na Wichita State?

Eu me formei em gestão esportiva com especialização em ciência do exercício.

Por que você escolheu o estado de Wichita?

Escolhi a WSU por causa das metas ambiciosas que o treinador Chris Young estabeleceu para o futuro. Eu queria fazer parte desse programa histórico. Eu também gostei muito de ter colegas de todo o mundo e aprendi muito sobre suas culturas. Esse foi um dos nossos maiores pontos fortes como equipe.

Qual colega de equipe o ajudou a se adaptar à vida universitária?

Acho que todos os meus colegas me ajudaram de uma forma ou de outra a me adaptar à universidade nos Estados Unidos. Ter um bom equilíbrio de estudantes internacionais e americanos me deu um equilíbrio em ambos os lados.

Não ser capaz de falar a língua foi difícil nos primeiros meses, então ter Torrie (Browning) e Jackie (Richey) lá para explicar as coisas ajudou muito. Sua compreensão e empatia me fizeram sentir segura e confortável em uma cultura muito diferente da minha.

Além do esporte que você jogou como Shocker, qual era o seu esporte favorito?

Eu também joguei futebol e vôlei crescendo no Brasil e joguei alguns intramuros sempre que pude.

Quais são suas lembranças favoritas do atletismo universitário?

Minha lembrança favorita foi ser capaz de conquistar o jogo (vs. Carolina do Sul) na primeira rodada da NCAA para nos levar à segunda rodada pela primeira vez na história do programa em 2007. Foi um momento especial e uma honra para ter essa oportunidade Nunca vou esquecer aquele dia.

As melhores lembranças também foram os momentos difíceis, as lutas que passamos juntos e saímos mais fortes graças a isso.

Que conselho você daria para alguém que está começando sua carreira esportiva na universidade?

Meu conselho para a nova geração é dar o seu melhor a cada chance que tiver. E não espere que seja perfeito, ou que seja fácil. Não podemos evoluir se ficarmos na nossa zona de conforto. Se você quiser, saia e faça o seu.

Que livro você recomendaria para os atuais estudantes universitários?

Um livro que acabei de ler é “Can’t Hurt Me” de David Goggins. Ele dá grandes exemplos de empurrar seus próprios limites.

Pablo Suellentrop abrange Wichita State Athletics e a American Athletic Conference para comunicações estratégicas da universidade. “Catch up” é um recurso regular que destaca ex-Shockers. Sugestão de história? Entre em contato com ele em [email protected]


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About the Author: Ivete Machado

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