‘Todo mundo sabe como nos sentimos’ de Casemiro passa a ‘Nós nunca vamos sair do time’ de Marquinhos

Geração de Casemiro e Marquinhos, os dois capitães escolhidos por Tite para liderar a seleção brasileira nas partidas contra Equador e Paraguai nas eliminatórias, mas mesmo numa semana em que a CBF pegou fogo, seu presidente foi criticado por motivos sexuais e morais. . A acusação foi retirada. O assédio e os jogadores ensaiavam a revolta contra a Copa América no Brasil, fazendo história. Eles avançaram em entrevistas para, pelo menos, o que seria um movimento pró-tight, sem Rogério Caboclo e para o Brasil morrer de pandemia. Isso vai acontecer. Não era. Acabou sendo um ‘manifesto’ dos filhos dos atletas divulgado nas redes sociais após uma boa vitória contra o Paraguai. Alguns jogadores agiram por obrigação, pois logo procuraram divulgar outros assuntos que nada tinham a ver com o episódio da semana. Ele culpou os jornalistas, que ‘inventaram’ todos os inconvenientes.

Foto: CBF

Isso diz muito sobre esse artista. Assim como a era Dunga, a era Neymar também fez história na terça-feira. Também pode ser um momento difícil. O ponto forte da manifestação foi dizer que “estamos insatisfeitos com a condução da Copa América pela CONMEBOL, seja só no Chile ou no Brasil”. Eles não tinham ideia do que estava acontecendo. Ele não falou sobre a pandemia, as mortes por COVID-19, o risco de contágio, a falta de vacina, o uso político de suas imagens … os jogadores nada falaram sobre isso. Nem o treinador Tite, que afirmava estar por dentro de tudo.

Esse grupo da seleção brasileira perdeu a oportunidade de se igualar aos jogadores da NBA quando eles pararam tudo e disseram ‘não’ ao racismo nos Estados Unidos ou mesmo ao piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, de sete anos. Outros jogadores importantes como os campeões mundiais de bares, e até alguns tenistas … não se igualam às pessoas comuns que vão às ruas para protestar.

Os jogadores brasileiros adoram falar sobre sua infância, seu amor pela Seleção Brasileira, o maior sonho de uma criança ao jogar futebol. Foi uma vergonha para o Manifesto do Jardim de Infância. Pois é, todos nós sabemos a importância do Brasil no futebol, os sonhos dos brasileiros, a história da seleção na Copa do Mundo, que até agora esse grupo não está à altura, todos nós sabemos. Vencer jogos na América do Sul não pode ser uma medida para essas pessoas que atuam na Liga dos Campeões. O Brasil foi massacrado na Copa do Mundo. Esses caras já jogaram duas vezes e foram um fracasso total. Todos são bons jogadores para suas respectivas seleções, mas são comuns na seleção nacional e abaixo da média na vida da sociedade.

Talvez todos estejam esperando muito desses jogadores e apostando nos perdedores. Não os culpe. Eles foram criados como cordeirinhos, crianças, intelectualmente desavisados ​​e sem nenhuma ideia do que o Brasil realmente era. Quando saem da fonte onde cresceram, procuram abrir a instituição como forma de usar sua rica riqueza. Mas nem todo mundo sabe exatamente o que está fazendo. Eles tendem a delegar o trabalho a um colega ou membro da família e se apresentam de vez em quando. Eles são pobres em pensamentos, participação, sentimentos e emoções. Mas ele joga a bola e nunca dará as costas ao time. Eles olham para a camisa e não veem a organização chamada CBF, cujo presidente está ausente por assédio sexual e moral. É parte da mesma família. Chegam ao Brasil e não simpatizam com a miséria, o desemprego, as mortes epidêmicas, a vacinação lenta … Estão trancados na Granja Comari com cinco refeições ao dia …

Eles não são mais ‘brasileiros’, embora usem a camisa da seleção nacional. Esta geração vai passar como todas as outras e o que esses atletas fazem na vida vai ressoar na história. Dentro e fora do campo. Ele será lembrado pelo ‘manifesto’ desta terça-feira em Assunção. E a semana que “não existia”.

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Quando nasce um brasileiro, nasce um fã. E aos mais de 200 milhões de torcedores, escrevemos esta carta para expressar nossa opinião sobre a realização da Copa América.

Somos um grupo unido, mas com pontos de vista diferentes. Por uma série de razões, sejam humanitárias ou profissionais, não estamos satisfeitos com a conduta da CONMEBOL na Copa América, seja apenas no Chile ou no Brasil.

Todos os acontecimentos recentes nos levam a acreditar em um processo inadequado de sua realização.

É importante ressaltar que nunca quisemos politizar essa discussão. Temos consciência da importância do nosso posicionamento, acompanhamos o que a mídia divulga e estamos presentes nas redes sociais. Também falamos para evitar que notícias falsas se espalhem envolvendo nossos nomes sem os fatos corretos.

Por fim, lembramos que somos ativistas, profissionais do futebol. Temos uma missão a cumprir com a histórica camisa verde pálido, pentacampeã mundial. Somos contra a organização da Copa América, mas nunca diremos não à seleção brasileira.

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About the Author: Ivete Machado

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