Trabalho avançado nas áreas de desenvolvimento econômico.

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Cinco áreas de desenvolvimento econômico (ADE) no Distrito Federal são áreas de urbanização, infraestrutura e mobilidade urbana. O trabalho, resultado de um contrato entre o GDF e o Banco Internacional de Desenvolvimento (BID), visa garantir o desenvolvimento e atrair empresas e investimentos para o capital. Em Santa María, o Polo JK está no caminho da autonomia energética, enquanto Ceilândia, com três setores, tem mais atividades.

A Subsecretária de Apoio às Áreas de Desenvolvimento Econômico, Maria Auxiliadora França, explica que estão previstas infraestrutura de esgoto, captação de águas pluviais, calçadas, praças, obras de mobilidade urbana e construção de uma subestação de energia . “Com essas obras e investimentos, forneceremos as condições adequadas para a operação das empresas já instaladas e as planejadas para esses locais”, relata.

Em 2019, as intervenções iniciaram com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico do DF por meio de melhorias no ambiente de negócios, investimentos e treinamentos em Materiais de Construção ADE, Setor Indústria e Centro-Norte (Ceilândia), Polo JK (Santa Maria) e várias atividades (faixa)

Do contrato de US $ 71 milhões entre o GDF e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os fundos fazem parte do cronograma de construção previsto no Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (Procities), administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Econômico ( SDE))

Autonomia energética

O Polo JK é considerado o ADE mais importante do DF e abriga grandes indústrias. Lá, a construção da subestação de energia da CEB está 80% concluída, ao custo de R $ 14,5 milhões. A fase é para o comissionamento, quando são realizados testes e ensaios nos equipamentos instalados, e para a urbanização da área, demandas que vinham ocorrendo há 20 anos. Até o momento, 125 dos 402 lotes estão instalados.

O gerente de obras de sub-transmissão da CEB, Bruno Rolim, relata que não foi possível acompanhar a expansão do setor. “Isso faz parte da infraestrutura do local para receber grandes empresas com qualidade em energia e confiança”, explica. Uma subestação desse tamanho atende a 80.000 consumidores residenciais. “É claro que um setor precisa de mais, mas significa que pode lidar com isso. A localização também é ideal: no centro do setor, que é o melhor lugar para atender a todos “, acrescenta.

Nos próximos meses, está prevista a implementação da linha de distribuição aérea que conectará as subestações de Santa María e Mangueiral. O processo está em fase de elaboração de edital, com valor estimado de R $ 11,9 milhões. O local ainda está passando por obras de infraestrutura, pavimentação, mobilidade urbana e urbanização, com investimentos de quase R $ 30 milhões.

Empresário de atacadista com centro de distribuição instalado em uma área de dez mil metros quadrados do Polo JK, João Oliveira teve que adquirir geradores. “Às vezes a energia é fraca e danifica as máquinas; com a subestação e as linhas de transmissão, isso deve ser resolvido ”, avalia.

No local há 20 anos, celebre os investimentos. “Tudo o que é feito lá atende à demanda do setor produtivo, considerado com as melhorias. Além das empresas instaladas, que são importantes e geram muitos empregos, as possibilidades se abrem para mais instalações ”, afirma.

Infraestrutura para investir

Em Ceilândia, as obras de urbanização e infraestrutura da ADE Setor de Indústria começaram no final de janeiro de 2019 e estavam 50% concluídas, com investimentos de R $ 48 milhões. A área recebe um sistema de drenagem com nove quilômetros de galerias de águas pluviais, pavimentação de cem mil metros quadrados, ciclovias, estacionamentos e paisagismo. Além disso, uma bacia de detenção está sendo ampliada e mais duas estão em construção.

Esta área e a ADE Material de Construção receberão dois quadrados. Os canteiros de obras começaram a se preparar para a construção de espaços de convivência para os funcionários da empresa. Com um custo de R $ 3,5 milhões, as áreas terão um campo esportivo, um ponto de encontro comunitário (PEC) e estacionamento.

Há cerca de cinco anos, a Iracilda de Siqueira mantém uma empresa que fabrica roupas de festa em um terreno de 150 metros quadrados no local. “Quando cheguei aqui, não havia iluminação pública ou asfalto na costa do DF-480. Era perigoso, cheio de lixo e detritos. Eu insisti porque precisava, mas os clientes tinham medo de vir aqui “, lembra ele.

O cenário, pouco a pouco, muda. “Melhorou muito e vai melhorar ainda mais. Iluminação, asfalto, limpeza, licença de vinho. O número de empresas aumentou e é mais fácil para quem vem aqui “, comemora a empresária do setor industrial.

Terceira ADE em Ceilândia, o Centro Norte receberá ações de reciclagem do sistema de drenagem, construção de estacionamentos, paisagismo e ciclovias, obras para as quais o processo está em andamento. Em Gama, a Área de Múltiplas Atividades tem um projeto pronto para complementar a infraestrutura de drenagem e o asfalto. A autorização do termo de uso para a instalação já foi assinada pelas autoridades, a um custo estimado de R $ 3,8 milhões.

Com informações da Agência Brasília

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