Trans que aplicou silicone nas bochechas procura ajuda médica

A transexual Juju Oliveira, que deu um pulo em redes sociais porque assédio moral que vem sofrendo com a aplicação de silicone nas bochechas em 2017, procura ajuda médica para desfazer o procedimento.

A gaúcha de Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul, diz que se arrependeu do procedimento, que foi realizado em uma clínica clandestina.

Crédito: Reprodução / FacebookTrans Juju Oliveira pede ajuda para tirar o silicone do rosto

Em entrevista ao jornal Extra, diz que 250 ml de silicone foram aplicados no rosto, mas agora o produto começou a se espalhar e descer até o pescoço.

Ela conta que começou a se entender como mulher aos 14 anos, a partir daí deixou os cabelos crescerem e passou a usar roupas femininas.

“Não tenho plástico no corpo. Só no final de 2017 coloquei silicone. Foi apenas a cara que fiz. Fiz a bochecha, enchi o queixo (o buraquinho), toquei o nariz e coloquei silicone para arredondar a mandíbula, é aí que descia até o pescoço ”.

Segundo ela, o problema com o silicone foi porque depois de um tempo, o produto dobrou de tamanho, mudando muito a aparência.

Na sua Facebook, Juju relata que conseguiu um anestesista que não cobra nada, e que agora falta apenas um cirurgião. “Gostaria que um cirurgião me ajudasse de graça, já que não tenho dinheiro para pagar”, afirma.

O vídeo em que ele aparece pedindo respeito se tornou viral e teve mais de 1.500 compartilhamentos. Muitas pessoas apoiaram a publicação e escreveram mensagens de carinho.

Publicado por Juju Oliveira no Domingo, 16 de agosto de 2020

Cuidado com os procedimentos cosméticos

O número de pessoas que não estão satisfeitas com o resultado de um cosmético ou outro procedimento cosmético é considerável. Tanto é que muitos médicos se dedicam a cirurgias corretivas, aquelas que alteram o resultado da primeira intervenção cirúrgica. Isso geralmente ocorre devido à falta de atenção na escolha do cirurgião plástico.

Nem todos os médicos são qualificados ou experientes em todos os procedimentos. Segundo dados do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, CREMESP, coletados em 2008, cerca de 97% dos médicos que responderam a processos ético-profissionais relacionados à cirurgia plástica e procedimentos estéticos não possuíam título de especialista na área.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) recomenda que todos os pacientes sigam alguns critérios para sua segurança. Continue lendo no link abaixo:

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