URGENTE: Paulo Guedes quer impostos sobre todas as transações PIX

O ministro da Economia, Paulo Guedes, por meio de videoconferência promovida pelo Bradesco, informou que o Transações PIX a, a nova plataforma de pagamento instantâneo do Banco Central. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o jornal, o ministro Paulo Guedes defendeu uma taxa entre 0,10% e 0,15% nas operações. No encontro, Guedes disse que a nova ferramenta é um mecanismo interessante, mas que pode haver cobrança de “trânsito nesta estrada”, no que se refere a quem envia e recebe dinheiro através do PIX.

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), afirmou que o Pix, novo sistema de pagamento e transferência, terá mais funções no futuro. O sistema ficou totalmente operacional em 16 de novembro, após duas semanas de testes para clientes selecionados.

O presidente do BC disse que o Pix terá funções adicionais, como devolução de dinheiro para os usuários e pagamentos agendados. No entanto, nenhum detalhe foi fornecido sobre quando esses recursos estarão disponíveis para os clientes.

Como registrar a chave Pix?

Para usar o Pix, você precisa ter uma conta corrente, conta poupança ou carteira digital adequada para o novo sistema. A opção aparece no aplicativo de banco ou internet banking, bem como com DOC e TED.

A chave Pix irá ligar todas as informações básicas do cliente com os dados completos. Ao inserir a senha, os detalhes da conta aparecerão automaticamente no momento da transação. Então, você só precisa verificar o ID e os valores antes de confirmar e concluir a operação.

Existem quatro tipos de teclas Pix que podem ser cadastradas e utilizadas: número do CPF ou CPNJ, e-mail, número do celular ou EVP. EVP é uma string alfanumérica de 32 dígitos. Quando solicitado, será encaminhado pelo Banco Central à instituição. Permite a criação de um código QR e elimina a necessidade de informar o estranho por telefone, e-mail ou CPF / CNPJ.

Pix deve ter cotas e retiradas no primeiro semestre de 2021

Pix já começou a trabalhar para todos os clientes. O novo sistema de pagamentos e transferências criado pelo Banco Central deve ter novidades no futuro. João Manoel Pinho de Mello, Diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, disse que as novas funções deverão estar disponíveis no primeiro semestre de 2021.

“Temos uma longa agenda evolutiva, com várias características que entrarão [no futuro]”, disse ele. Até junho do ano que vem, segundo ele, o saque de recursos do Pix e um Pix” garantido “devem estar disponíveis, na forma de compra parcelada, como com cartão de crédito. Há também a possibilidade de pagar o Conta de luz.

A retirada dos recursos já havia sido anunciada anteriormente. O diretor explicou que o lojista poderá oferecer o serviço como forma de dar troco aos clientes. Mas o valor da compra e do saque deve ficar claro, para a cobrança dos impostos.

“Vá ao supermercado, compre R $ 200. Você não tem dinheiro, pague R $ 250 e ganhe R $ 50 em troca. É bom para todos. Em alguns lugares, ajuda na inclusão financeira, pois não existem redes de aposentadoria. Para o varejista é bom porque atrai o cliente para a sua loja e reduz a quantidade de dinheiro que você precisa trazer e tirar da loja. Melhora a segurança ”, disse ele.

As taxas de compra, segundo o diretor do BC, devem ser semelhantes às taxas vigentes no cartão de crédito. A transação pode ter pagamentos de juros.

Veja também: Pix: O Banco Central dá 6 meses para as instituições fazerem ‘ajustes únicos’

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