Virada Cultural de SP terá programas online de Criolo, Elza Soares e Elba Ramalho transmitidos do Theatro Municipal | São Paulo

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (7) a 16ª edição da Virada Cultural para os dias 12 e 13 de dezembro, com shows de nomes como Criolo, Elza Soares, Arnaldo Antunes, Gloria Groove, MC Kekel e Renan da Penha. e Elba Ramalho transmitiu do Theatro Municipal. O evento costuma ocorrer em maio, mas devido à pandemia do coronavírus, a cidade adiou o calendário.

São mais de 400 atrações, entre atividades online e intervenções urbanas, distribuídas em todas as regiões de São Paulo com transmissão virtual devido à pandemia do coronavírus. O lema desta edição é “Toda arte, sem multidões”. O investimento é de R $ 6 milhões.

Além das ruas e da internet, a Virada estará em seis teatros, nove centros culturais, 13 casas de cultura e 22 bibliotecas em todas as regiões da cidade. Confira os destaques:

  • O Theatro Municipal de São Paulo terá apresentações ao vivo de Elza Soares e Flavio Renegado, Arnaldo Antunes, Criolo, Gloria Groove, MC Kekel e Renan da Penha, Elba Ramalho, o quarteto de cordas da cidade de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e o III Encontro Nacional de Mulheres do Círculo de Samba, com Mart’nália e Fabiana Cozza;
  • The Piano Stage percorre a cidade com mais de 13 pianistas se revezando na execução das 32 sonatas para piano de Beethoven, totalizando a obra-prima de 10 horas e 12 minutos. O evento, que será transmitido pela Internet, marca a comemoração dos 250 anos desse gênio da música;
  • A banda Statues on Fire, que faz cinco turnês pela Europa e surge como um dos nomes mais promissores do punk e hardcore nacional, se apresentará neste domingo (13), às 14h, presencial com restrição de até 50 pessoas, em a Casa de Cultura do Butantã. . O programa será transmitido no YouTube;
  • Uma grande pegada fotográfica de Itamar Assumpção é a intervenção proposta por quatro grupos na fachada do Centro Cultural da Penha, na Zona Leste, no domingo (13), às 17h. A palestra será veiculada online no Facebook e no site do MU.ITA – Museu Itamar Assumção.
  • A instalação “Anhagabaú: Um rio de luz e resistência”, ocupará a nova nascente do vale com projeções, música, dança e arquitetura das 19h de sábado (12) às 4h de domingo (13) ininterruptamente, com projeções , imagens e texturas em árvores e na nascente do vale;
  • O projeto Empena Feminina converte a ocupação em um peso resultante, como intervenções urbanas em seis frontões que circundam o Minhocão. Serão exibidos 10 trabalhos de 10 mulheres diferentes e uma apresentação online será transmitida em tempo real com mulheres convidadas a participar das redes do projeto;
  • A performance online “Mulheres em quarentena: o que restou da lama acalmou a mulher” vai reunir seis mulheres de várias regiões do país, etnias e condições sociais que ficarão em pé por 4 horas. Com a cabeça coberta de lama, eles receberão constantemente gotas d’água, que irão derreter durante a apresentação de 24 horas. As imagens serão acompanhadas por um campo sonoro criado especialmente para a ocasião;
  • Olhar da Onça é uma obra poética visual que busca “sentidos da floresta sobre a cidade”, proposta pela artista e curadora Andreia Duarte, associada à causa indígena há 20 anos. Serão dez horas consecutivas de projeção sobre edifícios da região central de São Paulo sob a ótica da floresta, lideranças indígenas e artistas, reforçando a discussão sobre a importância de se pensar a existência além da humanidade;
  • Recriar a destruição provocada pelas queimadas na Amazônia no meio da cidade de São Paulo: esta é a proposta da instalação Mata, que, por meio de um software 3D e uma trilha sonora envolvente, o paulista poderá observar de perto a floresta amazônica sendo consumido pelo fogo;
  • Em Jaraguá, na Zona Norte da capital, 12 indígenas participam do Grafitaço em Jaraguá, próximo à reserva indígena Tekoa Pyau, em intercâmbio com outros artistas em uma ação coletiva que convida à reflexão sobre a memória, existência e diversidade indígena;
  • O projeto Circo Volante, da Cia K, apresenta acrobatas em trampolins, malabaristas com elementos de fogo e cenas aéreas em mastros com liras em palco móvel puxados por caminhão pela cidade; o projeto Palco Vertical trará espetáculos de dança vertical integrados ao circo contemporâneo para a Biblioteca Mário de Andrade e Edifício Martinelli, na região central;
  • No desfile Do Palco à Ruas, o público poderá acompanhar, a partir do Centro Cultural São Paulo, na Zona Oeste, a realização de ensaios de moda e vídeo em tempo real com figurinos de produções líricas e de dança do Theatro Municipal de São Paulo. , com 80 figurinos para produções como Dama das Camélias, Paraíso Perdido, Sagração da Primavera, Madame Butterfly, Turandot e Orpheus;
  • Já o Drags na Rua convida drag queens para desfiles e apresentações de dublagem que levam a cultura da boate LGBT às ruas de São Paulo.

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