VÍRUS CHINÊS: A FALÁCIA LÓGICA QUE PRETENDE IMPOR A OBRIGAÇÃO DE VACINAÇÃO

por Paulo Eneas
Sem surpresa, a questão da vacinação obrigatória contra o vírus da doença chinesa entrou na agenda, como o novo capítulo nas tentativas de engenharia e controle social trazidas pela pandemia. Nesta terça-feira (01/09) o presidente Bolsonaro antecipou e acertadamente afirmou que ninguém pode forçar ninguém a ser vacinado, como mostramos nessa nota aqui.

O discurso do presidente e sua reprodução em publicação da Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal, Se com, provocou reação da grande mídia que se apressou em mostrar uma suposta irresponsabilidade tanto da presidente quanto da Secom em defender o que não é obrigatório.

Sintomaticamente, esses mesmos pensadores da grande mídia até agora não disseram uma única palavra sobre o fato de que a indústria farmacêutica reconhece publicamente que não pode garantir a segurança do uso de vacinas.

Porque, como descrevemos em detalhes no artigo VÍRUS CHINÊS: A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NÃO TEM GARANTIA PARA A SEGURANÇA DAS VACINAS E TENTA PROTEGER-SE DE AÇÕES JUDICIAIS publicado na semana passada, o principal lobista da indústria farmacêutica europeia, o Vaccines Europe, admite e reconhece que não há como garantir eficácia e segurança no uso das vacinas.

Esses mesmos veículos da grande mídia, que ignoram o fato de que a indústria farmacêutica não oferece uma garantia de segurança para vacinas contra o vírus da China, fazem uma defesa velada da exigência de vacinação por meio de um argumento disfarçado:

Esses formadores de opinião afirmam que essa obrigação não significa o uso de violência por parte do Estado para obrigar alguém a um posto de saúde para se vacinar. “O Estado não pode invadir o corpo de ninguém”, afirmam esses formadores de opinião em um lampejo de generosidade humanística, destinado a enganar os incautos.

Mas então esses mesmos jornalistas e comentaristas argumentam que o Estado deve restringir direitos, como impedir a retirada de passaportes e outros documentos, negar acesso a cargos públicos e até restringir o direito de voto, para aqueles que não se submetem a esta obrigação de tomar o vacinações

Em outras palavras, a maioria da grande imprensa brasileira defende a violência estatal contra um direito básico de qualquer adulto, que é o direito de decidir por si mesmo se usa ou não uma droga, desde que essa violência estatal seja “civilizada” e ser feito por meio de medidas adotadas pelo aparato burocrático do Estado, sem o uso de violência física.

A falácia lógica das vacinas obrigatórias contra o vírus chinês
É possível demonstrar a falácia lógica implícita na obrigatoriedade do uso de vacinas contra o vírus chinês por meio do seguinte raciocínio:

Premissa:
Vamos supor como uma premissa argumentativa hipotética que as vacinas são 100% seguras e eficazes e considerar dois grupos de pessoas:

grupo A: pessoas que receberam a vacina

Grupo B: pessoas que não receberam a vacina

Hipoteticamente, as pessoas da grupo A todos estão imunizados e sem risco. Por sua vez, o povo de Grupo B, aqueles que decidiram não tomar a vacina assumindo os riscos dessa decisão, estão sujeitos a contrair o vírus e desenvolver a doença. Portanto, temos duas situações possíveis:

Situação 1:
Uma pessoa do Grupo B contraiu o vírus, desenvolveu a doença e teve sequelas ou até faleceu. Portanto, a pessoa sofreu as consequências de uma decisão tomada conscientemente por ela mesma.

Situação 2:
Essa pessoa da situação anterior também passou o vírus para uma segunda pessoa. Acontece que só é possível transmitir o vírus para outra pessoa do Grupo B, pois, em hipótese, as pessoas do Grupo A estão imunizadas e protegidas. Assim, voltamos à primeira situação, recursivamente. Portanto, a decisão de não ser vacinado cabe exclusivamente à pessoa que tomou a decisão e não afeta outras pessoas.

Convém lembrar que um dos princípios que regem uma sociedade baseada na justiça e na liberdade é que o Estado não pode impedir alguém de correr riscos, desde que esses riscos afetem apenas quem tomou essa decisão, uma vez que a liberdade pressupõe, entre outros, a liberdade de correr riscos. .

Apenas para fins comparativos, deve-se notar que esta situação é diferente daquela em que uma pessoa, por exemplo, decide dirigir um carro depois de se embriagar, pois obviamente tal decisão acarreta riscos que afetam terceiros, e não apenas aqueles que a tomaram . . Portanto, não há argumento lógico compatível com a noção de liberdade que justifique a possibilidade de o Estado obrigar alguém a consumir uma droga.


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VÍRUS CHINÊS: A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA NÃO TEM GARANTIA PARA A SEGURANÇA DAS VACINAS E TENTA PROTEGER-SE DE AÇÕES JUDICIAIS

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