VOCÊ PODE Voltar para casa • St Pete Catalyst

Belo mundo, O novo álbum da cantora e compositora de bossa de São Petersburgo Daniela Soledade é, como a música bossa nova brasileira mais comovente, suave, flexível e evoca a brisa do verão e os amores tropicais.

Soledade, nascida em uma família de músicos do Rio de Janeiro, mudou-se para a região de Tampa Bay aos 16 anos. Eu não sabia muito inglês na época, mas conhecia música intimamente.

Seu inglês está perfeito hoje em dia, obrigado, e musicalmente, Belo mundo está vários passos à frente de seu antecessor, o de 2019 (também delicioso) Um momento de você

batida para baixo revista elogiou seu “domínio da forma” e “a clareza cristalina de sua voz”.

Para Soledade e seu parceiro na vida e na música, o guitarrista Nate Najar, o louco primeiro ano da pandemia significou zero shows ao vivo. Então eles transmitiram ao vivo um show semanal de sua casa no centro de St. Pete.

“Isso realmente nos permitiu refinar, polir e fazer crescer nossa arte”, explica Soledade. “E nosso repertório. Estávamos tocando muito, só nós dois, e aprendendo novas músicas; Nas primeiras 11 semanas, não repetimos uma música em nossas transmissões ao vivo.”

Os benefícios, acrescenta, foram incalculáveis.

“Acho que os artistas estão sempre crescendo. Estou sempre com o objetivo de crescer e melhorar. Em dois anos, há muito crescimento tanto em termos técnicos quanto em termos de presença. Ouvi minhas gravações há seis meses e posso dizer a diferença.”

Cantadas em português e inglês, as canções alegres e confiantes de Belo mundo Elas foram gravadas em um estúdio no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, com músicos brasileiros como o pai de Soledade, o baixista Paulinho Soledade e o baterista Cláudio Infante.

“Este álbum é a extensão do legado da minha família”, diz Soledade. “Foi muito especial ter meu pai tocando baixo; e toca com o baterista desde a adolescência. Essa é uma das principais razões para ir ao Brasil fazer isso.

“E foi bom ter gravado em Copacabana, onde a bossa nova começou. Gravamos no mesmo bairro onde meu avô tinha sua boate, que foi a incubadora dos primeiros shows de bossa nova.

O avô de Soledade foi Paulo Soledade, que compôs com os fundadores da bossa nova Antônio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Toquinho e outros.

“É especial para mim sentir que estou dando continuidade a essa tradição familiar. Eu cresci, metade do meu tempo, naquele bairro. Reunir-me com meus amigos, tocar música na casa do meu pai. Então a história, com certeza, é uma parte muito importante disso.”

Najar – que produziu o disco – tocava violão e cavaquinho; Patrick Bettison de São Petersburgo tocou piano elétrico e gaita. convidados em Belo mundo eles incluem Randy Brecker no flugelhorn, Harry Allen no sax tenor e Gumbi Ortiz da Gulfport na percussão.

A lenda brasileira Antonio Adolpho tocava piano. Adolpho, junto com o lendário guitarrista da bossa nova Roberto Menescal, serão os convidados especiais do show de lançamento do álbum na sexta-feira no Palladium.

Junto com Soledade e Najar, a banda contará com Bettison, Joe Porter no baixo, o baterista Jean Bolduc e Alvon Griffin na percussão.

“Foi um momento tão inesperado quando conheci o Nate, porque nós dois amamos essa música”, diz Soledade. “Nate tocava música brasileira 15 anos antes de nos conhecermos. Então foi muito especial. Então ele disse ‘Deixe-me produzir um álbum para você’, foi quando gravamos meu primeiro álbum.

“Tudo mudou. Porque Nate entende a estética e a essência dessa música como ninguém que eu já conheci. E isso realmente me ajudou a crescer, muito, como artista.”

Os bilhetes para o concerto de sexta-feira são aqui.

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