WhatsApp concentra quase 74% das notícias falsas sobre o novo coronavírus – 16/04/2020

WhatsApp concentra quase 74% das notícias falsas sobre o novo coronavírus - 16/04/2020

Pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que 73,7% das informações e notícias falsas sobre o novo coronavírus circulavam por meio do aplicativo de mensagens do WhatsApp. Outros 10,5% foram postados no Instagram e 15,8% no Facebook.

Os dados fazem parte do trabalho das pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp / Fiocruz) Claudia Galhardi e Maria Cecília de Souza Minayo, com base nas notificações recebidas entre 17 de março e 10 de abril pelo aplicativo da UE. Eu audito.

Segundo Claudia Galhardi, em 17 de março, o aplicativo registrou um aumento significativo de reclamações sobre notícias falsas relacionados à saúde. “Recebemos reclamações de vários notícias falsas Ele circulou no WhatsApp, principalmente, mas também no Facebook e Instagram. São posts pessoais, como “não acredite no coronavírus”, coisas assim. “

O pesquisador disse que representava cerca de 30 notificações relacionadas ao covid-19. “A mídia digital tem sido muito usada. Há muitas notícias falsas sobre receitas caseiras, álcool produzido em casa, incluindo o uso do nome Fiocruz como fonte de informação, como se o guia fosse da fundação ou de outras instituições”. ele disse.

Do total de notícias falsas sobre o coronavírus que circulava pelo WhatsApp, 71,4% citam a Fiocruz como fonte. No Facebook, a atribuição à instituição de pesquisa cai para 26,6%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) representam 2% das instituições citadas como fontes de informações falsas.

Os dados obtidos até o momento estão sendo organizados e, no início de maio, um relatório detalhando os tipos de notícias falsas, sejam mentiras fabricadas ou informações distorcidas, relatou o pesquisador da Fiocruz.

Pedido

O aplicativo Eu Fiscalizo é um meio pelo qual os usuários podem denunciar conteúdo inadequado em veículos de comunicação, mídia e redes sociais. A ferramenta foi lançada em 10 de fevereiro como projeto de pós-doutorado por Claudia Galhardi, sob a supervisão da pesquisadora Cecília Minayo.

Por meio da ferramenta, o usuário pode denunciar conteúdo que viole os direitos de crianças e adolescentes ou que espalhe notícias falsas. Reclamações de obras transmitidas por televisão paga ou por assinatura, transmissão, videogames, filmes, shows, publicidade e redes sociais.

“O aplicativo recebe notificações, mensagens, sugestões, elogios e denúncias de conteúdo nocivo na mídia, entretenimento e redes sociais. Eles podem denunciar conteúdo em relação a cenas de sexo, violência. Incluímos publicidade, com preocupação com crianças, proteção contra publicidade enganosa e persuasiva “.

O aplicativo permite enviar fotos, vídeos e mensagens de texto e está disponível na PlayStore e na Apple Store.

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